
![thumbnail_20180922_142439-1[1].jpg thumbnail_20180922_142439-1[1].jpg](https://delito.brucke-multimedia.com/images/2018/21245181_9fu23.jpeg)
D. João I (1385-1433)
Autor: Desconhecido
Ano da inauguração: data desconhecida, no século XVIII
Localização: Sala dos Reis, no Mosteiro de Alcobaça

![thumbnail_20180922_142439-1[1].jpg thumbnail_20180922_142439-1[1].jpg](https://delito.brucke-multimedia.com/images/2018/21245181_9fu23.jpeg)
D. João I (1385-1433)
Autor: Desconhecido
Ano da inauguração: data desconhecida, no século XVIII
Localização: Sala dos Reis, no Mosteiro de Alcobaça
Sempre achei que este João teria numa das mãos os tratados com o Gante, o pai da nossa tímida mas amada Filipa, e na outra os mapas da expansão que os seus filhos haveriam de consumar.
Ainda assim, e não sendo belo, esta estátua não lhe faz jus. Ou sou eu que terei na Segunda Dinastia as minhas predilecções 🙂
Alguns dos nossos melhores reis são precisamente desta dinastia. A de Avis (também chamada Joanina).
A verdade é que ele e a sua amada Filipa foram os pais da “Ínclita geração, altos infantes”.
Só por isso já merece ser bem lembrado.
Maria
Foi um grande Rei. Desde logo pela habilidade diplomática, bem expressa no casamento, que consolidou a aliança luso-britânica iniciada com D. Fernando (hoje, a mais antiga ainda em vigor ininterrupto à escala planetária).
Além disso deu origem à nossa expansão marítima e territorial, percebendo que Portugal não cabia nos estreitos limites históricos a que estava confinado. Feita a paz com Castela, transpôs a nossa fronteira atlântica, tornando-a um prolongamento natural da nação portuguesa.