
![13423193[1].jpg 13423193[1].jpg](https://delito.brucke-multimedia.com/images/2018/21238597_FZSo2.jpeg)
D. Pedro I (1357-1367)
Autor: Manuel Coelho Pinto
Ano da inauguração: 2006
Localização: Coimbra, Rotunda das Lages (sob o título “Inês, Pedro e o Mondego”)

![13423193[1].jpg 13423193[1].jpg](https://delito.brucke-multimedia.com/images/2018/21238597_FZSo2.jpeg)
D. Pedro I (1357-1367)
Autor: Manuel Coelho Pinto
Ano da inauguração: 2006
Localização: Coimbra, Rotunda das Lages (sob o título “Inês, Pedro e o Mondego”)
Was?
Ein Fluss aus Stein?
Já conhecia a Jangada de Pedra, agora fico a conhecer o Rio Mondego…
Nah, não vou votar num rio assim!
Maria
” não vou votar num rio assim!” Eu nem assado.
Sie haben nicht verstanden!

Niemand versteht mich…
Nunca me apercebi que fossem Pedro e Inês tais calhaus… pensava-os monolíticos Padrões modernos…
… e a falarem alemão, Maria, mandam-me ao fundo como a qualquer submarino de dois ou três canos que se atreva a picar o ponto à superfície…
Olá Sarin,
Aquilo era só uma converseta entre Rios (Mondego e Rui) para os jornalistas (perdão, o Pedro e a Inês) não perceberem patavina…
Maria
Com a hidrologia e com a hidrogeografia safo-me eu, o problema é mesmo com o alemão… sina de ser de ciências naturais
Para se perceber melhor: trata-se de um conjunto de cinco esculturas produzidas no âmbito do Encontro Ibérico de Escultores, realizado em Coimbra e com o lema “Sob o signo de Inês”.
As duas (que não se vêem nas fotos postadas, por estarem apartadas), mais realistas, foram trabalhadas por Camarro (“Inês, rainha viva”) e Xose Rimada (“As lágrimas de Inês”).
As três acima retratadas são obra de Fernando Martins (“Pedro e Inês: a paixão”), Manuel Coelho Pinto (“Inês, Pedro e o Mondego”) e Armando Martinez (“Inês, memória e futuro”).
Representações que estimulam a imaginação de quem as vê.
Corrijo: afinal, a escultura de Armando Martinez é a que está junto (de costas) à de Camarro.
Xosé Rivada trabalhou um dos blocos nas imagens.
Num desvio do caminho,lá mais adiante na História,dou com o drama de Maria Teles,assassinada por um D. João filho desse casal aí esculpido.
Foi D. João ou foi o outro filho de Inês?
Foi D. João, filho de Inês de Castro – e, portanto, meio-irmão do Rei D. Fernando I e do Mestre de Aviz, futuro Rei D. João I.
Maria Teles, irmã da Rainha Leonor Teles e cunhada do Rei D. Fernando.
Pois serão obras primas, mas não lhes entendo o parentesco; a bem dizer prefiro a alfazema que se vê na primeira foto. É onde me chega a ignorância.
Pelo menos cheira bem, seguramente.
São as chamadas estátuas aromáticas
Maria
As mais belas estátuas são sempre as da natureza. E quase sempre andamos cegos a elas: passamos e não as vemos.