Agrada-me esta ideia de Dom Dinis, sentado a ler um livro. O facto de Luís LaRoche ser um pintor e escultor de mobilidade reduzida torna ainda mais meritório o seu trabalho. Maria
Desconheço o autor, logo desconheço a obra e as condicionantes na sua criação – embora conhecer estas apenas me sirva para contextualizar o esforço e o mérito do artista, não o mérito da obra. Mantenho a opinião que expressei abaixo, mas vejo o esforço da criação de outra maneira. 🙂
Maria, sabe se é em pedra ou em bronze? Parece-me pedra polida, mas não consigo perceber.
Eu sei muito pouco, e só descobri que ele estava a ler um livro (penso eu) quando vi uma foto de perfil da escultura. Pesquisei e encontrei coisas muito antigas de 2007 e 2008, parece que nessa altura ele estava muito doente… Eu não tenho computador e não é fácil fazer pesquisa num smart, é tudo muito pequenino. Ele pintava e fazia esculturas – vi uma “mulher árvore” que me pareceu interessante. As esculturas parecem-me pequenas, mas a desta rotunda tem de ser grande. Gostava de saber mais, talvez alguém nos possa esclarecer… Mas, repito, gostei do conceito do nosso Dinis, sentadinho, a ler um livro. 🍁 Maria
Não a apreciei na fotografia de grande plano, a cabeça de El-Rei e a quadratura dos ombros não me agradam… mas na foto panorâmica acho o resultado muito bom, e classifico-a, à estátua, como pouco óbvia (o que é um elogio).
Recordo um trabalho artístico em que se vê um monte de resíduos sólidos urbanos (latas, papel, cao maçã, etc) e apenas quando se olha a sombra se percebe a obra. Neste caso, a distância transforma um bloco que não percebo num rei poeta. Talvez uma alegoria à poesia de D. Dinis, na época uma indulgência real e hoje obra de estudo (ainda é, suponho…).
não é fácil fazer pesquisa num smart, é tudo muito pequenino
Hoje em dia toda a gente tem smart, mas eu acho que deve ser muito incómodo. Porque o smart é grande de mais para se meter num bolso, mas pequeno de mais para que se possa ver nele seja o que fôr sem se pôr óculos.
Pretende-se agora que toda a gente tenha smart, sem ter em conta que a maior parte das pessoas a partir de certa idade tem problemas nos olhos e não consegue ver coisas muito pequenas ao perto.
Deixe lá, Luís Lavoura, há novos sem problemas nos olhos que tudo fazem pequenino. Já o smart no bolso não me chateia, o que me chateia são os não smart por aí.
Não aprecio o estilo, visto de perto – acho mesmo desarmonioso.
Mas funciona muito bem à distância! Um caso em que a perspectiva altera radicalmente a mensagem 🙂 Não conhecendo a rotunda em causa, desejo que seja ampla – para dificultar a vida aos peões e destacar este D. Dinis. Se em pedra ou bronze, não percebo.
Terá o modelo para a cabeça sido a rainha do xadrez?
Então, Pedro, entre tantos reis excomungados e comentadores em processos de excomunhão vários, de alguém terá que ser o Reino dos Céus – e qual é a riqueza em debates? 🙂
Seriamente, Luis Lavoura é como um jogo de batalha naval – tiros na água e de quando em vez afunda porta-aviões. Deixe-me lá ir espreitar se este barquito de um cano foi atingido 😉
Só para lembrar que a grande homenagem de Odivelas ao Rei lavrador, tratou ele mesmo de a fazer, ao fundar aí o mosteiro onde quis ser sepultado. E que é tutelado do exterior pela bela obra de Álvaro de Brée.
Agrada-me esta ideia de Dom Dinis, sentado a ler um livro.
O facto de Luís LaRoche ser um pintor e escultor de mobilidade reduzida torna ainda mais meritório o seu trabalho.
Maria
Meritório, sem dúvida.
Desconheço o autor, logo desconheço a obra e as condicionantes na sua criação – embora conhecer estas apenas me sirva para contextualizar o esforço e o mérito do artista, não o mérito da obra. Mantenho a opinião que expressei abaixo, mas vejo o esforço da criação de outra maneira. 🙂
Maria, sabe se é em pedra ou em bronze? Parece-me pedra polida, mas não consigo perceber.
Eu sei muito pouco, e só descobri que ele estava a ler um livro (penso eu) quando vi uma foto de perfil da escultura.
Pesquisei e encontrei coisas muito antigas de 2007 e 2008, parece que nessa altura ele estava muito doente…
Eu não tenho computador e não é fácil fazer pesquisa num smart, é tudo muito pequenino.
Ele pintava e fazia esculturas – vi uma “mulher árvore” que me pareceu interessante. As esculturas parecem-me pequenas, mas a desta rotunda tem de ser grande. Gostava de saber mais, talvez alguém nos possa esclarecer…
Mas, repito, gostei do conceito do nosso Dinis, sentadinho, a ler um livro.
🍁
Maria
Não a apreciei na fotografia de grande plano, a cabeça de El-Rei e a quadratura dos ombros não me agradam… mas na foto panorâmica acho o resultado muito bom, e classifico-a, à estátua, como pouco óbvia (o que é um elogio).
Recordo um trabalho artístico em que se vê um monte de resíduos sólidos urbanos (latas, papel, cao maçã, etc) e apenas quando se olha a sombra se percebe a obra. Neste caso, a distância transforma um bloco que não percebo num rei poeta. Talvez uma alegoria à poesia de D. Dinis, na época uma indulgência real e hoje obra de estudo (ainda é, suponho…).
não é fácil fazer pesquisa num smart, é tudo muito pequenino
Hoje em dia toda a gente tem smart, mas eu acho que deve ser muito incómodo. Porque o smart é grande de mais para se meter num bolso, mas pequeno de mais para que se possa ver nele seja o que fôr sem se pôr óculos.
Pretende-se agora que toda a gente tenha smart, sem ter em conta que a maior parte das pessoas a partir de certa idade tem problemas nos olhos e não consegue ver coisas muito pequenas ao perto.
Deixe lá, Luís Lavoura, há novos sem problemas nos olhos que tudo fazem pequenino.
Já o smart no bolso não me chateia, o que me chateia são os não smart por aí.
Não aprecio o estilo, visto de perto – acho mesmo desarmonioso.
Mas funciona muito bem à distância! Um caso em que a perspectiva altera radicalmente a mensagem 🙂
Não conhecendo a rotunda em causa, desejo que seja ampla – para dificultar a vida aos peões e destacar este D. Dinis. Se em pedra ou bronze, não percebo.
Terá o modelo para a cabeça sido a rainha do xadrez?
O leitor Lavoura encontra aqui motivo para resmungar de novo.
Então, Pedro, entre tantos reis excomungados e comentadores em processos de excomunhão vários, de alguém terá que ser o Reino dos Céus – e qual é a riqueza em debates? 🙂
Seriamente, Luis Lavoura é como um jogo de batalha naval – tiros na água e de quando em vez afunda porta-aviões. Deixe-me lá ir espreitar se este barquito de um cano foi atingido 😉
Pedro, todos os motivos são bons para o Lavoura remungar, desde a altura da Rainha Santa Isabel até ao smart da Maria…
Fazer o quê?
Talvez rir 😄
Maria
O Lavoura acredita que o tamanho conta, Maria. E que as estátuas se medem aos palmos.
Não me apraz este senhor rei. Mesmo sendo leitor. Mas há-de haver quem goste.
Um estilo peculiar, sem dúvida.
Só para lembrar que a grande homenagem de Odivelas ao Rei lavrador, tratou ele mesmo de a fazer, ao fundar aí o mosteiro onde quis ser sepultado.
E que é tutelado do exterior pela bela obra de Álvaro de Brée.
Álvaro de Brée que de certeza estará aqui quando chegarmos ao D. Duarte.
Maria
É sim, senhor. Cumpre sublinhar isso.
Tenho a informar, com muita pena, que o artista e amigo Luís LaRoche faleceu no dia 13 de setembro de 2021.
Até sempre
Muito lamento saber e associo-me ao seu pesar.