Estátuas dos nossos reis (66)


Pedro Correia,

                 13581723863_50b608a436_b.jpg 15753534397_05ff18b3c5_b.jpg

praca-municipio-0.jpg

 

 

D. Dinis (1279-1325)

 

Autor: Laureano Ribatua

Ano da inauguração: 1999

Localização: Vila Nova de Foz Côa, na Praça do Município

26 comentários em “Estátuas dos nossos reis (66)”

  1. Não me recordo de ver esta estátua quando lá estive para fotografar o Pelourinho (de tabuleiro, um dos mais originais e belos que vi). Mas como estavam em festa, com tudo engalanado, talvez me tivesse escapado…
    A Igreja Matriz também é belíssima.
    Maria

  2. Objectos estranhos empunha D. Dinis… que são estes agora?

    Quanto à data da estátua, desconfio que pela idade das últimas andará, o modelito não difere muito nos redondos do rosto. Catitas, o manto como toga e a coroa bem destacada.

    1. Sarin, e que actor português para este garboso Dom Dinis?
      Parece-lhe bem o Filipe Duarte?
      A mim parece-me lindamente
      Maria

      1. Lá fui eu ao Google – e se demorei não foi por o Google ser lento

        Beau toujours, Maria, tal como Dinis, El-Rei cheio de Dom… “garbo-lhe” a ideia, e muito lhe agradeço estes minutos de “meditação”

          1. Parece que pelas esplanadas erradas

            Sou mais do Bailado do que do Teatro; e a minha casa é uma estância de férias tropical para televisões: por vezes passa uma tempestade e há que fazer alguma coisa, mas normalmente é só descanso. Por isso ter dito precisar de ver mais televisão – há dois amores, quero dizer, actores atrás.

    1. Pois não, Maria. Julgo ser desta década.
      Infelizmente, da Câmara Municipal de Vila Nova de Foz Côa foram incapazes de me responder. Apesar dos meus insistentes telefonemas e do meu pedido expresso, via correio electrónico.
      Estranha noção de “serviço público”, esta que ali reina.

      1. Tenho dificuldade em considerar “serviço público” o responder a todas e quaisquer perguntas de todo e qualquer cidadão sobre todo e qualquer monumento ou ponto de interesse.
        Tendo eu já trabalhado numa associação, recordo que uma das coisas mais arreliadoras era ter que me desviar do meu trabalho para andar a responder a questões que a diversos indivíduos dava na telha dirigir à associação, e às quais nenhuma obrigação tínhamos de dar resposta; era apenas um favor que lhes fazíamos.

        1. Tinha que vir o “liberal”Lavoura defender o aparelho do Estado e a ineficácia dos “servidores públicos”.
          Não falha uma. Sempre do lado do Estado ineficiente e tentacular.
          Liberal da treta.

          1. O Lavoura é liberal? Tinha a ideia de que é um social-aparelhista que nunca fez a ponta de um corno.

        2. Sr Lavoura

          Depende a quem se faz a pergunta:

          O Vereador da Cultura foi eleito para responder a perguntas ligadas precisamente à cultura…. sr lavoura…
          Pode não saber na altura…. mas manda a boa educação mandar esperar e responder depois….

          Boa colheita sr lavoura

          Am

          1. Pedro, teria alguma lógica que tivesse sido em 1999, nas comemorações dos 700 anos da concessão do Foral por D. Dinis.
            Procurei mas não consegui encontrar nada.
            Maria

          2. De facto, Maria, é desse ano. Já lá está. Tenho de agradecer, uma vez mais, a extrema atenção e dedicação dos leitores do DELITO.

      1. Ainda bem que este simpático anónimo não tem a mesma “filosofia de vida” do nosso querido Lavoura
        Maria

  3. ” Obra de Laureano Ribatua ( Universidade d o Porto )

    …” A escultura de D. Dinis, alusiva à comemoração dos 500 anos do Foral de Vila Nova de Foz Coa, apresenta uma figuração cuja indumentária, a túnica e o manto real seguro por firmal,a coroa, o cetro e o foral da Vila, indicam já um rei palaciano de finais do período Medieval”….

    (Abreu,José Guilherme- 2012)

    Amendes

      1. O primeiro Foral de Foz Côa foi concedido por D. Dinis em Maio de 1299.
        Em 21 de Maio de 1999, dia do Feriado Municipal, foi inaugurada esta estátua para comemorar os 700 anos (e não 500) da concessão desse primeiro Foral.
        Houve um segundo foral, também concedido por D. Dinis, e ainda um terceiro por D. Manuel – mas o primeiro é que conta.
        Aliás, este ano grande festa houve (pelas fotografias que vi na net) na comemoração dos 719 anos.
        Maria

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *