Como certamente muitos leitores/seguidores dos postes : Estatuas dos nossos Reis/ não voltarão à Estatua de D. Dinis / Praça D. Dinis / em Ourique, informo que o autor da mesma é o Professor Lagoa Henriques. … Por informação camarária /
Acho estranho ser de Mestre Lagoa Henriques, não me parece harmoniosa como as outras estátuas dele que conheço. Também acho estranho haver duas estátuas dele em Ourique. Tive a ver uma lista dos principais trabalhos de LH e não vi nenhuma referência a uma estátua do Rei D. Dinis. Mas que sei eu? Maria
Eu digo que acho estranho haver duas estátuas dele (Lagoa Henriques) em Ourique: D. Afonso Henriques e D. Dinis. Não mencionei o nosso Rei Fundador porque pensei que quem segue esta série perceberia o que eu queria dizer… Maria
Cara Maria
Desculpe-me voltar….
Eu não disse que a estátua de D. A. Henriques era de autoria do P LH. …. Quanto à estátua de D. Dinis: Está registado em acta Camarária o nome do autor: Prodessor L.H….
Felicidades
AMendes
Não, não disse, caro AMendes, quem disse foi o Pedro Correia, e disse a verdade. O nr. (10) desta série, de 05.09.18, é uma estátua de D. Afonso Henriques, da autoria de Lagoa Henriques e que está no Jardim de Ourique. Agora já sei que existem duas estátuas do escultor Lagoa Henriques em Ourique. Obrigada pelos esclarecimentos. Felicidades Maria
Bom, estou a ver que Leiria fez a coisa em grande, mas eu talvez preferisse a estátua do D. Dinis sem todo aquele espalhafato à retaguarda. Não consigo ver bem o que ele tem na mão. Serão pinheiros? Mas gosto desta estátua do nosso Rei Lavrador 🌳🌲🌳 Maria
Entretanto fui bisbilhotar na net e vi que é mesmo um pinheiro que o rei tem na mão, simbolizando a criação do Pinhal de Leiria. Quanto aos “Vês” em betão simbolizam o V de Vitória e também a vontade de seguir em frente, de desbravar novos caminhos. Isto foi mais ou menos o que li no site da Câmara, muito bem documentado com datas, materiais e dimensões. Mas o Pedro tem razão, também poderiam ser naus. Maria
Ao contrário de outras câmaras, a de Leiria proporciona informação detalhada sobre património edificado aos seus munícipes. Infelizmente, nem todas procedem assim. Várias ignoram em absoluto quem esculpiu as estátuas lá do sítio e quando foram inauguradas.
É incrível a forma como se esbanja dinheiro público lá em Leiria. Já não bastava aquele estádio que está às moscas. Agora é também esta rotunda com um arranjo monumental. Que desgraça. Que foleirice.
Esbanja-se dinheiro público, sim – mas equipamentos urbanos não serão esbanjamento mas investimento quando devidamente pensados. É o que se passa com a recuperação de zonas verdes e embelezamento de rotundas – tornam a cidade acolhedora para quem cá vive e criam uma unidade coesa. Bem melhor que atravessar zonas ermas ou devolutas e sentir que na mesma zona urbana vivemos cidades distintas.
O estádio é uma história de caciquismo e prostituição entre a política, o desporto e os interesses privados.
Equipamentos de qualidade, sim. Mas construir 127 rotundas, como se fez em Viseu, é um absurdo. Um entre muitos que devemos ao nosso inestimável “poder local”.
Temos muitas rotundas em Leiria – mas prefiro-as aos semáforos e aos cruzamentos onde as filas se multiplicavam. Mas sim, o poder local também pode desinvestir gastando em vaidades – falta de plano geral, necessidade de atender aos clientes especiais. E não falo dos clientes com necessidades especiais como acessibilidades e outras modernices consideradas desnecessárias.
Leiria ainda tem de pedalar muito para chegar aos calcanhares de Viseu em matéria de rotundas.
Espero que o carro-vassoura já nos tenha apanhado, as passadeiras à saída são uma prova de destreza e os pneus gastam-se pela borda… 127 rotundas daria para autênticas provas de gincana!
a recuperação de zonas verdes e embelezamento de rotundas – tornam a cidade acolhedora para quem cá vive e criam uma unidade coesa. Bem melhor que atravessar zonas ermas ou devolutas
Isso será verdade para os automobilistas, mas não para os peões. Para um peão é preferível atravessar a direito uma zona erma, devoluta e feia do que ter que contornar uma rotunda embelezada na qual os automobilistas circulam com atenção uns aos outros mas sem atenção a peões que queiram atravessar.
Falará pelo peão que há em si, suponho. Não pela generalidade, pelo menos não pelos leirienses 🙂
E uma vez que a maioria dos peões são ou serão automobilistas, presumo pelas suas palavras que o LL consiga apartar ambas as condições – espero que quando investido de uma não ignore as particularidades da outra, muitos acidentes de viação surgem por isso mesmo.
Isso não é, certamente, verdade. Há pessoas que nunca conduziram nem conduzirão. Muitas, mesmo.
Já o oposto é uma verdade evidente: todos os automobilistas são, pelo menos em algumas situações na sua vida, peões.
E sim, eu sou basicamente um peão e portanto, quando conduzo, nunca esqueço as particularidades da condição de peão. Não esqueço que, para um peão, cada passo que dá a mais é mais um esforço, enquanto que, para um automobilista, ter que conduzir mais algumas centenas de metros praticamente não custa nada. Por isso, para um automobilista uma rotunda não custa nada a fazer (é só o desconforto da força centrífuga), mas para um peão, ter que contornar uma rotunda é um grande esforço.
Em Abril de 2018 havia sensivelmente 6,5 milhões de condutores encartados em Portugal, sendo que parte da população já perdeu direito ao título e outra ainda não o obteve. Para estatística, estamos conversados.
Automobilistas e peões coexistem, e quem pensa em rotundas e cruzamentos pensa também em fluxos e em segurança. Às vezes faz favores, mas geralmente obedece ao equilíbrio entre vários parâmetros. Felizmente não é o LLavoura que o tem de pensar.
Sendo maioritariamente peão, aproveite as vistas – o Pedro Correia está a dar sugestões.
Não é por nada, mas D. Dinis parece-me bastante bem, assim a modos que homérico e exemplar. Empunha um tridente ou é mera sugestão do meu olhar?
Sendo as fotografias boas, a rotunda e a estátua são muito mais bonitas ao vivo, Pedro. Leiria está a ganhar bons espaços, e na estatuária tem diversificado os estilos – vale a pena uma excursão pedestre.
Como certamente muitos leitores/seguidores dos postes : Estatuas dos nossos Reis/
não voltarão à Estatua de D. Dinis / Praça D. Dinis / em Ourique, informo que o autor da mesma é o Professor Lagoa Henriques.
…
Por informação camarária /
AMendes
Muito obrigado, caríssimo A. Mendes.
Acho estranho ser de Mestre Lagoa Henriques, não me parece harmoniosa como as outras estátuas dele que conheço.

Também acho estranho haver duas estátuas dele em Ourique.
Tive a ver uma lista dos principais trabalhos de LH e não vi nenhuma referência a uma estátua do Rei D. Dinis.
Mas que sei eu?
Maria
De facto, não vem nessa lista que também já consultei. Mas acredito que não seja uma lista exaustiva.
Ssegundo informaçao da CMO… o nome do autor P LH está gravado nas “costas”
da estátua.
Informaçao : Henrique Fonseca.
AMendes
Confere, portanto. Novamente grato, meu caro.
Oh, que desilusão!
Então é mesmo do Lagoa Henriques… 😔
Maria
Tive a ver???
Estive a ver!
(You, stupid woman. Como diria o René)
Maria
Sra D. Maria
A outra estátua que diz ser de D. Dinis…. é de D. Afonso Henriques.
Saudaçoes
AM
Caro AM
Eu digo que acho estranho haver duas estátuas dele (Lagoa Henriques) em Ourique:

D. Afonso Henriques e D. Dinis.
Não mencionei o nosso Rei Fundador porque pensei que quem segue esta série perceberia o que eu queria dizer…
Maria
Cara Maria
Desculpe-me voltar….
Eu não disse que a estátua de D. A. Henriques era de autoria do P LH.
….
Quanto à estátua de D. Dinis: Está registado em acta Camarária o nome do autor: Prodessor L.H….
Felicidades
AMendes
Não, não disse, caro AMendes, quem disse foi o Pedro Correia, e disse a verdade.
O nr. (10) desta série, de 05.09.18, é uma estátua de D. Afonso Henriques, da autoria de Lagoa Henriques e que está no Jardim de Ourique.
Agora já sei que existem duas estátuas do escultor Lagoa Henriques em Ourique.
Obrigada pelos esclarecimentos.
Felicidades
Maria
Bom, estou a ver que Leiria fez a coisa em grande, mas eu talvez preferisse a estátua do D. Dinis sem todo aquele espalhafato à retaguarda.
Não consigo ver bem o que ele tem na mão. Serão pinheiros?
Mas gosto desta estátua do nosso Rei Lavrador 🌳🌲🌳
Maria
Julgo que simbolizará pinheiros e naus. Um arranjo original.
Entretanto fui bisbilhotar na net e vi que é mesmo um pinheiro que o rei tem na mão, simbolizando a criação do Pinhal de Leiria.
Quanto aos “Vês” em betão simbolizam o V de Vitória e também a vontade de seguir em frente, de desbravar novos caminhos.
Isto foi mais ou menos o que li no site da Câmara, muito bem documentado com datas, materiais e dimensões.
Mas o Pedro tem razão, também poderiam ser naus.
Maria
Ao contrário de outras câmaras, a de Leiria proporciona informação detalhada sobre património edificado aos seus munícipes.
Infelizmente, nem todas procedem assim. Várias ignoram em absoluto quem esculpiu as estátuas lá do sítio e quando foram inauguradas.
Parece um bastão no qual ele se apoia quando vai em peregrinação a Santiago (a mulher dele foi, creio que já depois dele morto).
Estou a ver que o Lavoura é grande fã da Rainha Santa.
E sim, consta que ela foi a Santiago e mais do que uma vez.
Maria
Recentemente fui a Coimbra onde visitei Santa Clara a Velha e Santa Clara a Nova, e aprendi lá umas coisas sobre ela…
A rotunda é enorme, Maria, El-Rei ficaria muito solitário naquele círculo. O espalhafato ainda dista uns metros das costas de D. Dinis 🙂
É incrível a forma como se esbanja dinheiro público lá em Leiria. Já não bastava aquele estádio que está às moscas. Agora é também esta rotunda com um arranjo monumental. Que desgraça. Que foleirice.
Só em Leiria?
Não, não somente em Leiria, infelizmente.
Infelizmente é assim.
Esbanja-se dinheiro público, sim – mas equipamentos urbanos não serão esbanjamento mas investimento quando devidamente pensados. É o que se passa com a recuperação de zonas verdes e embelezamento de rotundas – tornam a cidade acolhedora para quem cá vive e criam uma unidade coesa. Bem melhor que atravessar zonas ermas ou devolutas e sentir que na mesma zona urbana vivemos cidades distintas.
O estádio é uma história de caciquismo e prostituição entre a política, o desporto e os interesses privados.
Equipamentos de qualidade, sim.
Mas construir 127 rotundas, como se fez em Viseu, é um absurdo.
Um entre muitos que devemos ao nosso inestimável “poder local”.
Temos muitas rotundas em Leiria – mas prefiro-as aos semáforos e aos cruzamentos onde as filas se multiplicavam. Mas sim, o poder local também pode desinvestir gastando em vaidades – falta de plano geral, necessidade de atender aos clientes especiais. E não falo dos clientes com necessidades especiais como acessibilidades e outras modernices consideradas desnecessárias.
Leiria ainda tem de pedalar muito para chegar aos calcanhares de Viseu em matéria de rotundas.
Espero que o carro-vassoura já nos tenha apanhado, as passadeiras à saída são uma prova de destreza e os pneus gastam-se pela borda… 127 rotundas daria para autênticas provas de gincana!
a recuperação de zonas verdes e embelezamento de rotundas – tornam a cidade acolhedora para quem cá vive e criam uma unidade coesa. Bem melhor que atravessar zonas ermas ou devolutas
Isso será verdade para os automobilistas, mas não para os peões. Para um peão é preferível atravessar a direito uma zona erma, devoluta e feia do que ter que contornar uma rotunda embelezada na qual os automobilistas circulam com atenção uns aos outros mas sem atenção a peões que queiram atravessar.
Falará pelo peão que há em si, suponho. Não pela generalidade, pelo menos não pelos leirienses 🙂
E uma vez que a maioria dos peões são ou serão automobilistas, presumo pelas suas palavras que o LL consiga apartar ambas as condições – espero que quando investido de uma não ignore as particularidades da outra, muitos acidentes de viação surgem por isso mesmo.
a maioria dos peões são ou serão automobilistas
Isso não é, certamente, verdade. Há pessoas que nunca conduziram nem conduzirão. Muitas, mesmo.
Já o oposto é uma verdade evidente: todos os automobilistas são, pelo menos em algumas situações na sua vida, peões.
E sim, eu sou basicamente um peão e portanto, quando conduzo, nunca esqueço as particularidades da condição de peão. Não esqueço que, para um peão, cada passo que dá a mais é mais um esforço, enquanto que, para um automobilista, ter que conduzir mais algumas centenas de metros praticamente não custa nada. Por isso, para um automobilista uma rotunda não custa nada a fazer (é só o desconforto da força centrífuga), mas para um peão, ter que contornar uma rotunda é um grande esforço.
Em Abril de 2018 havia sensivelmente 6,5 milhões de condutores encartados em Portugal, sendo que parte da população já perdeu direito ao título e outra ainda não o obteve. Para estatística, estamos conversados.
Automobilistas e peões coexistem, e quem pensa em rotundas e cruzamentos pensa também em fluxos e em segurança. Às vezes faz favores, mas geralmente obedece ao equilíbrio entre vários parâmetros. Felizmente não é o LLavoura que o tem de pensar.
Sendo maioritariamente peão, aproveite as vistas – o Pedro Correia está a dar sugestões.
Não é por nada, mas D. Dinis parece-me bastante bem, assim a modos que homérico e exemplar. Empunha um tridente ou é mera sugestão do meu olhar?
É um pinheiro, Bea.
Maria
Tridente. Por ser do PPM, partido monárquico. Logicamente.
Transcrevo:
《Segura o manto com a mão esquerda enquanto com a direita segura um pinheiro em alusão ao Pinhal de Leiria.》
E tem lógica.
Maria
Que pena. Preferia imaginá-lo com o tridente do PPM.
Sorry
Maria
Na noite escreve um cantar de amigo
O Plantador de Naus a haver.
Belíssimo poema de Fernando Pessoa, tal como o ‘Epitáfio de Bartolomeu Dias’ e outros da ‘Mensagem’.
há qualquer coisa de “soviético” na envolvente à figura. algo anacrónico.
Falta-lhe a Rainha Santa.
Sendo as fotografias boas, a rotunda e a estátua são muito mais bonitas ao vivo, Pedro. Leiria está a ganhar bons espaços, e na estatuária tem diversificado os estilos – vale a pena uma excursão pedestre.
Acredito.