
![495415[1].jpg 495415[1].jpg](https://delito.brucke-multimedia.com/images/2018/21200263_S7PB1.jpeg)
D. Dinis (1279-1325)
Autor: Rogério Timóteo
Ano da inauguração: 1996
Localização: Salvaterra de Magos, no Jardim da Praça da República

![495415[1].jpg 495415[1].jpg](https://delito.brucke-multimedia.com/images/2018/21200263_S7PB1.jpeg)
D. Dinis (1279-1325)
Autor: Rogério Timóteo
Ano da inauguração: 1996
Localização: Salvaterra de Magos, no Jardim da Praça da República
Não conheço este meio D. Dinis verde e rodeado de verde, mas parece-me bem.
Passei muitas vezes por aqui, mas ia sempre com pressa…
E depois (como diria um amigo nosso) há que ter cuidado com os touros 🐂
Maria
Começo a convencer-me de que esse amigo levou mesmo uma marradita dum touro. Nos fundilhos.
Nos fundilhos?

Então porque lhe afectou o raciocínio?
Maria
Não sei se será o caso, mas há quem tenha o “raciocínio” aí mesmo. Nos fundilhos.
😅😂🤣
Maria
Estátuas de bronze conferem alma – podem ser quentes e frias, conforme os humores do tempo é certo, mas podemos imaginar-lhes a quentura como fúria ou amor que lhes emerge… na pedra nem por isso.
Rogério Timóteo, desconhecido para mim, deu feições próprias ao Rei. Estranho-as, com aqueles pomos protuberantes e os arcos supraciliares vincados… mas reconheço-lhes identidade única mesmo que emprestada – não obedecem à tradicional face lisa. Nunca vi tal expressão em D. Dinis, mas gosto da originalidade. Muito interessante, este busto.
Feições que fazem lembrar as de Rogério Paulo, um actor há vários anos desaparecido.
Recordo Rogério Paulo. Talvez, mas mais pelos olhos… o nariz era mais aquilino e as maçãs menos elevadas. Os olhos, sim, profundo e carregado olhar como o deste rei assim fundido.
O rei-poeta, que deu cartas nos dois domínios, onde quer que esteja merece o corpo inteiro.
E o copo cheio.