

D. Dinis (1279-1325)
Autor: Francisco Franco
Ano da inauguração: 1943
Localização: Coimbra, Praça D. Dinis, junto à Faculdade de Medicina


D. Dinis (1279-1325)
Autor: Francisco Franco
Ano da inauguração: 1943
Localização: Coimbra, Praça D. Dinis, junto à Faculdade de Medicina
Gosto desta. Sempre que lhe passei ao lado senti a força da sua presença. O retrato é de um rei na força e alegria da sua juventude.
Provavelmente uma das mais conhecidas estátuas de reis portugueses. E uma das mais populares também (exceptuando as equestres, que são poucas).
Conversa com D. Dinis: bid=1941008099539036&id=100008895943114
https://m.facebook.com/story.php?story_f
Obrigado por nos trazer aqui esse saboroso diálogo concebido pelo professor Galopim de Carvalho, que muito prezo.
Só tivemos um bom governante desde o início até agora. Foi este.
Provavelmente o nosso melhor Rei.
Desconhecido para a grande maioria dos portugueses, que não sabem nem querem saber. Naquele tempo ainda não havia youtube nem whatsapp.
– Ai flores, ai flores do verde pino,
se sabedes novas do meu amigo?
Ai Deus, e u é?
Ai flores, ai flores do verde ramo,
se sabedes novas do meu amado?
Ai Deus, e u é?
Se sabedes novas do meu amigo,
aquel que mentiu do que pôs conmigo?
Ai Deus, e u é?
Se sabedes novas do meu amado,
aquel que mentiu do que mi há jurado?
Ai Deus, e u é?
– Vós me preguntades polo voss’amigo
e eu bem vos digo que é san’e vivo.
Ai Deus, e u é?
– Vós me preguntades polo voss’amado
e eu bem vos digo que é viv’e sano.
Ai Deus, e u é?
– E eu bem vos digo que é san’e vivo
e será vosco ant’o prazo saído.
Ai Deus, e u é?
– E eu bem vos digo que é viv’e sano
e será vosc[o] ant’o prazo passado.
Ai Deus, e u é?
Verde é palavra-chave.
infelizmente, séculos depois, é o cinza e o negro !!!
Infelizmente é verdade.
já agora!…sabes o que é que esse D. Dinis tem em comum com Almada, mais propriamente, o Pragal ?!
Não faço ideia. No Pragal, conheço a estátua do Fernão Mendes Pinto.
«Fernão, Mentes? Minto.»
só essa ?!…a do 7 vezes “captivo” e outras tantas vendido que não foi rei em lado algum ?!…
a imagem de Cristo Rei é, igualmente, da autoria de Mestre Francisco Franco…
Isso é quase uma blasfémia.
Digo isto, porque Francisco Franco foi praticamente forçado a aceitar a encomenda do Cristo-Rei e a aderir a um projecto com que não concordava e que várias vezes tentou ver alterado, em vão. Da imagem a erigir deixou apenas um esboço, realizado num estado de grande debilidade física e psíquica. O que lá está é da sua autoria? A resposta “Não” é no mínimo igualmente verdadeira.
sampy
é da História meu caro,
“Importa referir que a IMAGEM – (como referi !!!) – de Cristo Rei é da autoria de Mestre Francisco Franco e a imagem de Nossa Senhora da Paz, que se encontra na Capela do Monumento, é do Mestre Leopoldo de Almeida, sendo que o projecto tem como autores o arquitecto António Lino e o Engenheiro D. Francisco de Mello e Castro.”
quase (!!!) blasfémia?!…e porquê?!…diga-me lá…!!!
Creio já ter dito.
Mas, se falta fizesse, bastaria pôr lado a lado o Cristo Rei e algumas obras emblemáticas de Francisco Franco para entender o meu desconforto.
Sei que a Câmara de Coimbra,vai mandar erigir numa rotunda da cidade uma estátua de El rei Capoula “O Plantador”..
A maqueta pode ser vista no estúdio do célebre escultor o ” Alentejano”
Amendes
Capoulas poderá ter direito a uma estátua pequenina, numa mesa de matrecos.
U noutro dia seve Dom Foam
a mi começou gram noj’ a crecer
de muitas cousas que lh’ oí dizer.
Diss’ el:– Ir-m’-ei ca já se deitar ham.
E dix’eu:–Bõa ventura hajades
porque vos ides e me leixades.
Mais que um Rei: um bardo.
De escárnio e maldizer,também,em tempos em que tal era permitido,incentivado,
em “cas´del rei”,sem delito de opinião.
Escárnio e maldizer que escandalizaria a brigada da mordaça que anda agora por aí, de tesoura em riste.
A data de inauguração pode não estra correcta (muito embora seja a comumente difundida). Uma fonte que me parece fiável refere que o modelo em gesso só ficou pronto em 1945. E que a passagem à pedra e seu assentamento ainda demorou tempo.
Admito que sim, mas manterei esta data – de facto, a mais difundida – até prova em contrário.
Surpresa! Para mim, claro.
Encontrei nos meus álbuns antigos uma fotografia desta estátua tirada no verão de 97.
Foi num dia em que, em vez de ir ao cinema, resolvi fazer de turista. Visitei a Universidade, as Sés, o Museu Machado de Castro, os claustros da Igreja de Santa Cruz (onde tropecei com o John Malkovich, mulher e filhotas – não tive lata de interromper passeio tão familiar para lhe dizer o quanto admirava o seu trabalho).
A seguir ao almoço ainda dei um passeio de barco no Basófias.
O pior foi ter de regressar a Castelo Branco, cansada e sem motorista, conduzindo pelas “magníficas” estradas da Beira
Foi bom recordar.
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Maria