Era preciso que o rei fosse estrangeiro para que víssemos as melhores estátuas reais. Quando eram portugas pareciam playmobils. Agora sendo italiano, este rei, temos estátuas à la Carlos Magno!!
Este nosso Rei foi conde de Bolonha (daí o cognome de Bolonhês) mas por via matrimonial, por ser casado com a condessa de Bolonha (que era francesa). Era portuguesíssimo, natural de Coimbra.
Este rei casou com uma de Castela antes de se divorciar da de Bolonha, e para castigo levou o cognome da imoralidade pelos tempos fora, um rei que se preocupou tanto com a Coroa que, quando lhe perguntaram porque casava com a de Castela, reza a história respondeu “arranjai-me uma que me garanta mais terras, e de boa vontade com essa casarei” . Castigo e do grande, a este nosso Rei de Portugal e dos Al Garbs.
Com tantos que lhe poderiam ter dado, reduzi-lo a um cognome por mor do casamento… Se não castigo (casado com a bolonhesa e esta viva, a casar se foi com outra, malvado bolonhês!), considera tal cognome apenas falta de imaginação? 🙂
O nosso Afonso III, segundo reputados historiadores, de vez em quando também jantava fora de casa. Porventura já farto de tanto esparguete à bolonhesa.
“De vez em quando”???
Os pitéus eram tantos que El Garfo nem sabia por onde os contar…
Nesse tempo não havia televisão, nem sequer playstation. Os serões no paço eram monótonos.
“as melhores estátuas reais” Calma, que ainda temos de ir a Viana.
Gosto desta estátua do Euclides Vaz. Gosto de estátuas do corpo inteiro, que se vejam bem e não daqueles bustos sem braços e com a “roupinha do irmão mais novo”. Maria
Era preciso que o rei fosse estrangeiro para que víssemos as melhores estátuas reais. Quando eram portugas pareciam playmobils. Agora sendo italiano, este rei, temos estátuas à la Carlos Magno!!
Este nosso Rei foi conde de Bolonha (daí o cognome de Bolonhês) mas por via matrimonial, por ser casado com a condessa de Bolonha (que era francesa).
Era portuguesíssimo, natural de Coimbra.
Era estrangeirado….com os hábitos da culta Itália!
Não consta que comesse ‘pizza’.
Esteve alguns anos en França, logo, virou “avec”.
Retomando de algum modo uma tradição antiga. O nosso primeiro Rei era meio francês, meio galego.
Este rei casou com uma de Castela antes de se divorciar da de Bolonha, e para castigo levou o cognome da imoralidade pelos tempos fora, um rei que se preocupou tanto com a Coroa que, quando lhe perguntaram porque casava com a de Castela, reza a história respondeu “arranjai-me uma que me garanta mais terras, e de boa vontade com essa casarei” . Castigo e do grande, a este nosso Rei de Portugal e dos Al Garbs.
Castigo?
Com tantos que lhe poderiam ter dado, reduzi-lo a um cognome por mor do casamento… Se não castigo (casado com a bolonhesa e esta viva, a casar se foi com outra, malvado bolonhês!), considera tal cognome apenas falta de imaginação? 🙂
Sarin, quem diz a verdade…
E este sempre foi um pedacito melhor que o Henrique VIII, que era muito mais drástico.
Maria
Pior que esse Henrique é difícil, Maria… 🙂
Mas enquanto o Henrique só teve um filho fora do matrimónio, o nosso Afonso bem que podia ter ficado conhecido como “o Povoador”
O nosso Afonso III, segundo reputados historiadores, de vez em quando também jantava fora de casa.
Porventura já farto de tanto esparguete à bolonhesa.
“De vez em quando”???
Os pitéus eram tantos que El Garfo nem sabia por onde os contar…
Nesse tempo não havia televisão, nem sequer playstation. Os serões no paço eram monótonos.
“as melhores estátuas reais”
Calma, que ainda temos de ir a Viana.
Sim, havemos de ir a Viana.
Gosto desta estátua do Euclides Vaz.
Gosto de estátuas do corpo inteiro, que se vejam bem e não daqueles bustos sem braços e com a “roupinha do irmão mais novo”.
Maria
Também gosto, Maria. Aprecio mais as estátuas de Euclides Vaz do que as de Paulo Neves.
“de corpo inteiro”
Maria