Estátuas dos nossos reis (27)


Pedro Correia,

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D. Sancho I (1185-1211)

 

Autor: Desconhecido

Ano da inauguração: Desconhecido, no século XVIII

Localização: Guimarães, na fachada norte do Palácio Vila Flor

22 comentários em “Estátuas dos nossos reis (27)”

  1. Pedro, é meritório o seu trabalho sobre a estatutária. Mas caramba, ataque de vez em quando. Faça -se Rei também :

    Lei de 1987 “esquecida” mantém fundos imobiliários isentos de IMT

    A geringonça acabou com o benefício fiscal que era atribuídos aos fundos imobiliários, mas esqueceu-se de revogar uma lei que está a ser usada por estes veículos para reaverem o IMT pago.

    https://www.sapo.pt/noticias/economia/lei-de-1987-esquecida-mantem-fundos_5ba586db9ad8805d719dff5a

    1. Houve aqui um problema ‘técnico-informático’, mais conhecido por ‘azelhice’ e este comentário saíu antes de estar completo
      Maria

      1. Percebi, Maria. Mas a propósito de “problemas técnicos”: muito mal estão algumas estátuas dos nossos reis.
        D. Duarte e D. Sebastião estão decapitados na Sala dos Reis em Alcobaça.
        D. João III, D. Henrique e D. João IV foram arrancados das respectivas peanhas. Como se nunca tivessem existido.

        1. Arrancados das respectivas peanhas? Quero ser optimista e pensar que foram para restauro…
          Agora os decapitados é que é mais difícil de compreender, terá sido vandalismo? Dentro de um mosteiro?
          Aliás, como deve calcular, decapitação é uma palavra que me causa um frisson no pescoço desde um certo dia de Outubro de 1793…
          Bom Equinócio de Outono!

          Maria

          1. É uma tristeza ver aquela sala, com dois Reis decapitados e outros três (e logo um deles D. João IV) arrancados das peanhas – além de lá não constar nenhuma Rainha – precisamente a galeria de monarcas termina em D. José para nela não figurar D. Maria I. E não é por falta de espaço, como bem percebe qualquer visitante.

          2. A última vez que lá estive, no regresso de umas férias na Foz do Arelho, no virar do século, estava tudo bem. Dessa sala apenas tirei uma fotografia da Coroação do Fundador, que está com óptimo aspecto.
            Tirei algumas aos túmulos de D. Pedro e sua Inês e muitas às belas casas ali bem perto do mosteiro.
            Depreendo que o Pedro esteve lá recentemente – e o que descreve é realmente lamentável…
            Maria

          3. Fui agora espreitar o #13 desta série e reparei que os dois reis decapitados já são visíveis na segunda fotografia.
            Maria

          4. Um estado lastimoso, na verdade. Aliás o Mosteiro de Alcobaça, no seu conjunto, necessita de intervenção urgente: o nosso património, infelizmente, anda a cair aos pedaços. Perante a indiferença total do poder político e da própria opinião pública.

      1. Tenho pena, é cidade que há muito ano experimentei num almoço de passagem, pendura de amigos que já a conheciam. Há-de haver um dia vagaroso em que a visite. E ao palácio.

          1. Que sintonia:).
            Essa de tudo quanto se vê ser bom, não existe. Mas havendo de bom para ver…lá hei-de ir. Nem que seja de bengala. Ou cadeira de rodas.
            Um bom domingo para si

          2. Não espere tanto tempo, Bea – é o meu conselho.
            Só devemos adiar o que é mau, não o que é bom.
            Em qualquer dia de qualquer semana.

          3. Sou o contrário, faço o mais rápido que posso o que é mau e tem de ser feito, já que não se escolhe senão por engano ou dever. O que é bom e apetece nem sempre é viável. Convenço-me que sempre a gente morre com muito desejo por realizar. Mas creio firmemente que os poucos que vou realizando me dão intensa e completa satisfação. Talvez por serem muito suados. O que a vida a uns facilita a outros dificulta. Todos os caminhos são de andar. Portanto, vamos andando até que ele ou nós se acabe.
            Boa semana

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