Estátuas dos nossos reis (20)


Pedro Correia,

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D. Afonso Henriques (1140-1185)

 

Autor: Jorge Pé-Curto

Ano da inauguração: 2007

Localização: Parque Luso, no Alto do Moinho, Corroios, concelho do Seixal

34 comentários em “Estátuas dos nossos reis (20)”

  1. Cocorocó
    D. Afonso Henriques a combater
    montado num galaró.
    O inimigo deve ter fugido apavorado…
    Cocorocó para o autor, é tudo o que me ocorre dizer.
    Que parolice
    Maria

  2. Estou encantado com esta série, Pedro. Se me permite uma sugestão, para quando se esgotarem as estátuas dos nossos reis, podia fazer uma série com esculturas em rotundas, nas quais também se encontram coisas verdadeiramente surpreendentes.

  3. Isto é um insulto: à historia de Portugal a D. Afonso Henriques e a “Barcelos!”

    Chama-se a isto arte de rotunda de merda!
    Amendes

  4. Ainda se o Avô Afonso estivesse montado numa águia… diria que era uma merecida homenagem do Seixal à Academia do “glorioso”….

    … Perna Curta, para quando o Avô Afonso, montado num Leão numa rotunda de Alcochete….?

    Bom Domingo

    Amendes

  5. É sabido que o efeito “rotunda” suscita a criatividade. Imagino que se Afonso Henriques pudesse contemplar esta obra de arte desataria a espadeirar à direita e à esquerda até encontrar o autor…
    Vá lá que lhe calhou o Galo de Barcelos, símbolo de viridade ( como todos os galos) mas também simbolo de justiça e (desde quando??) símbolo de Portugal, mas apesar disso não deixa de ser um cavaleiro de triste figura empoleirado num galo.

    1. A mim preocupa-me mais que a estátua não esteja no centro da rotunda, para não falar no facto de toda a área da rotunda estar inclinada para um lado. Isso é que foi caro e ficou mal feito. Como é costume, aliás. Mau planeamento urbano e péssima engenharia civil.

  6. Acho bem divertidas as obras deste escultor, numa interessante mistura de humor e ironia. A fazer-me lembrar os trabalhos de alguns barristas barcelenses que muito admiro.
    Se o estilo se enquadra nos cânones da dita arte pública, isso é outra discussão. Mas de certeza que aparecerão, com a ajuda do Pedro Correia, outras oportunidades para ranger de dentes e rasgar de vestes.

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