![1dec80b24de112f1bd68cfa95ee0f1d2[1].jpg 1dec80b24de112f1bd68cfa95ee0f1d2[1].jpg](https://delito.brucke-multimedia.com/images/2018/21122446_L2jHB.jpeg)

D. Afonso Henriques (1140-1185)
Autor: João Cutileiro
Ano da inauguração: 2001
Localização: Guimarães, frente às antigas Portas da Vila, entre a Praça do Toural e o Largo João Franco
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D. Afonso Henriques (1140-1185)
Autor: João Cutileiro
Ano da inauguração: 2001
Localização: Guimarães, frente às antigas Portas da Vila, entre a Praça do Toural e o Largo João Franco
Novamente o nosso primeiro Rei? Está bem…
Afinal, o mote é História e Arte!
Esta estátua não conheço nem gosto.
Lamento, Mr. Correia.
Da obra de Cutileiro há pouca coisa que me agrada.
Votos de um bom dia, já mais fresquinho.
Farei assim, caríssima: só passarei ao segundo Rei quando tiver esgotado as estátuas do primeiro – e assim por diante. No fim, farei o balanço quantitativo. Para ver qual o Rei português com mais estátuas. À partida, diria que é precisamente D. Afonso Henriques.
Verei também se existem reis portugueses sem estátuas. Há pelo menos dois, seguramente.
Gosto bastante do busto de D. Sancho I que está em Torres Novas. Sobretudo do ceptro.
Superior ao do “rei” Ronaldo no Funchal.
Diferente só para ser diferente. E quase sempre o caminho é do facilitismo.
Diferente de quê? Não percebi.
O próprio “Cutileiro”, suponho.
Não é bem verdade, porque em Cutileiro, ao contrário da mudança superficial da política e o só porque sim das ideologias (como as mudanças na ortografia e nos currículos escolares), a novidade é clássica e não pretende exumar e abolir os assuntos anteriores. Ao contrário, é acumular coisas sobre isso. Os modelos clássicos como o busto e as figuras reclinadas e todas as maneiras de expôr são tradicionais. Se calhar até é um bocado barroco porque procura sintetizar coisas absolutas num fragmento, como fazia Rodin. Não é nada o novo andar à procura do novo. É o novo andar à procura do velho.
Diferente da convenção, com a separação dos elementos escudo, espada, elmo numa síntese. Mas não há génio na composição nem na realização.
Aí concordo — também me parece um objecto insuficiente.
Na minha modesta opinião, se me permite Pedro Correia
seria ainda mais interessante se as fotos e os nomes, fossem
acompanhados de uma ou duas referências sobre estas personagens
históricas. Uns aprendiam e a outros serviria para avivar a memória.
Devo confessar que me seria muito útil sem querer abusar.
Agradeço a sugestão, Kika. Mas nem em Agosto (aliás num Verão para mim sem férias) consigo corresponder a essa expectativa.
Nem imagina o trabalho de pesquisa que esta série me dá para decorrer a um ritmo diário. Só funciona, aliás, a este ritmo. Se fosse uma vez por semana ou por mês, morria à nascença.
Mesmo sem lhe satisfazer o pedido, espero que goste.
Compreendo perfeitamente e vou gostar certamente.
Mas de certeza que o Pedro Correia está aberto a quantos queiram contribuir para enriquecer os “postais”, através da caixa de comentários. Aliás, é essa uma das funções nobres da dita cuja, penso eu de que.
Claro, é evidente. Nem preciso de sublinhar isto. O espírito da série é esse. E – acrescento – o espírito do blogue, tal como o concebo, também.
E eu, que tenho Guimarães aqui tão perto e até lá vou com alguma frequência, já devo ter passado uma data de vezes junto desta estátua sem que dela me tenha sequer apercebido. Que vergonha! E até é bem bonita, para os meus gostos, claro está. Boa malha!
É uma estátua que pretende “dialogar” com a de Soares dos Reis, segundo asseguram alguns especialistas em escultura.
Não conhecia.
De um dos pontos de vista das fotos parece significar construção,bloco sobre bloco) de um país pela espada(montante) e pela cruz.
Assim mestre Cutileiro me perdoe,ele e os outros.
Também não gosto especialmente da Soares dos Reis.
Talvez pecado de iconoclastia.
É uma interpretação. Obras de épocas diferentes complementam-se com a sua linguagem e a sua estética muito específicas. Assim como, por exemplo, o Mosteiro dos Jerónimos coabita exemplarmente com o Centro Cultural de Belém, ali a dois passos.
Grande ideia de mostrar todas as abordagens escultóricas às representações da linhagem monárquica nacional desde a fundação.
As duas primeiras conheço bem
Espero surpreendê-la com alguma estátua, Dulce. Não deve ser muito fácil.
“não conheço nem gosto”
…
Não deixe de ir a Guimarães por causa do Cutileiro.
Também há uma de D. Sebastião.
Outro primor.
Que grande “artista”…