Estátuas dos nossos reis (187)


Pedro Correia,

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D. Pedro IV (1826)

 

Autores: Joaquim da Costa Lima e Célestin Anatole Calmels

Ano da inauguração: 1866

Localização: Porto, na Praça da Liberdade (baixo relevo no pedestal da estátua equestre, representando o desembarque do Rei na Praia da Memória)

0 comentários em “Estátuas dos nossos reis (187)”

      1. Já percebi.
        Veja lá que só agora é que me apercebi que o chamado “desembarque do Mindelo” não ocorreu, de facto, na praia do Mindelo, mas sim em diversas praias bastante a sul do Mindelo.
        Eu de facto sempre me tinha surpreendido que tivessem desembarcado no Mindelo, porque a praia do Mindelo à sua frente tem um extenso rochedo (o Guilhado), que impede a aproximação à praia, a norte desse rochedo a praia tem um mar muito batido e bravio, impróprio para desembarcar, e a sul desse rochedo há uma língua de areia que entra pelo mar adentro e torna difícil um navio fundear perto da praia.
        Só questiono então porque é que o desembarque ficou conhecido como tendo sido no Mindelo, quando na verdade não terá sido aí.

  1. Pequena nota: os painéis originais, em mármore, estarão, actual e possivelmente guardados na Serra do Pilar.
    E estas réplicas serão bem mais recentes, a confirmar-se o mito urbano de que as anteriores foram fanadas em 2007.

      1. bom, o do baixo relevo está óptimo, tem um ar de nobreza convicta; falava do rei montado, o perfil não é o seu melhor ângulo.

  2. Do blog A Porta Nobre:
    “As pessoas que se encontram à volta de D. Pedro eram, segundo Calmels, o Conde de Sobral, o Marquês do Ficalho e o Conde de Campanhã ligeiramente ocultado. Estas pessoas tinham prometido posar para o modelo grande. À esquerda do homem que está a receber a bandeira era António de Passos Almeida Pimentel, Barão de Grimancelos. A Comissão responsável pela gerência desta obra obrigou o autor a mudar este último pois na realidade a pessoa que pretendia representar – Luís Pinto de Mendonça Arrais, Visconde de Valongo – não era tão agigantado nem usava barbas crescidas mas apenas suíças. Quanto ao porta-estandarte – Tomás de Melo Breyner – a Comissão exigiu que fosse corrigido o correame que deveria ser de caçador e não de infantaria: uma só correia preta no ombro esquerdo que segura a patrona, e o mesmo se deveria estender a todas as praças do mesmo corpo que ali figurassem. Para além disso os Voluntários da Rainha não tinham na barretina outra chapa mais do que uma simples corneta com a legenda D. Maria 2ª.”

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