Estátuas dos nossos reis (17)


Pedro Correia,

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D. Afonso Henriques (1140-1185)

 

Autor: Desconhecido

Ano da inauguração: 1988

Localização: Alcanede, Santarém, no topo do pelourinho

20 comentários em “Estátuas dos nossos reis (17)”

  1. Penso que o escultor do Henriques foi o mesmo que fez o busto do Cristiano.

    Estátua de Carlos Magno na Catedral de saint louis, de Roma,

    https://www.google.pt/search?q=carlos+magno+estatua&client=ms-android-orange-pt&prmd=inv&source=lnms&tbm=isch&sa=X&ved=0ahUKEwj6oNDjzLXdAhVMKVAKHXjUAJoQ_AUIESgB&biw=360&bih=560#imgrc=7L2eKdXN0gF0WM

  2. D. Afonso Henriques no topo de um pelourinho!
    Que mais irá aparecer nesta série?
    Tudo é possível, tudo é possível.
    E como é que este pelourinho me escapou?
    Andei lá perto, há uns anos, fotografando pelourinhos (e não só), mas não tropecei neste…
    Maria

  3. Pedro, ou muito me engano , ou o seu próximo livro será sobre a Estatuária Real de Portugal. Esta série deve dar um real trabalho….

  4. Esta estátua também não a conhecia.
    Aliás, esta rubrica tem sido uma constante surpresa para mim.
    Nunca imaginei que houvesse tantas e tão variadas estátuas erigidas a D. Afonso Henriques e nos locais mais surpreendentes.

    Quem diria que alguém teria a ideia, e a permissão, para esculpir e colocar numa rotunda, o rei montado num galo de Barcelos…
    Estou completamente abismada!

    1. Ainda não passámos do primeiro Rei. Tenho a certeza de que no fim ainda faltarão umas quantas.
      O segundo, valha a verdade, também é bastante “estatuado”. Bom Rei, o Sancho Povoador.

    2. Também estou perplexa, Maria Antonieta, D. Afonso Henriques montado num galo de Barcelos!
      O que virá a seguir?
      D. Afonso Henriques a comer um pastelinho de Belém…
      Maria

    1. Obrigado pelo seu contributo: o vídeo é notável. Gosto muito destas escultura em calcário de João Sá. Mas esta série menciona apenas estátuas colocadas em espaços públicos. Mesmo assim já vai enorme.

      1. Antigo, mas nem tanto: data de um século antes (1883).
        Constitui, aliás, um memorial de pelourinho, para se ser mais exacto.
        E fala-se de ter sido encimado anteriormente por uma outra imagem do Fundador, em cerâmica, que acabou destruída por um temporal.

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