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D. João V (1706-1750)
Autor: Desconhecido
Ano da inauguração: 1726, presumivelmente
Localização: Castelo Branco, no Jardim do Paço Episcopal ou de São João Baptista
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D. João V (1706-1750)
Autor: Desconhecido
Ano da inauguração: 1726, presumivelmente
Localização: Castelo Branco, no Jardim do Paço Episcopal ou de São João Baptista
Desculpa, Pedro, mas, por muita graça (ah, o tonto do monarca!) que eu ache ao João Nº5, este jardim é simplesmente, err, como dizê-lo?, horroroso.
Isto prova que as mulheres são muito mais corajosas. Eu que sempre achei o mesmo nunca tive a coragem de o dizer, tal as loas em que o têm (ao jardim, é claro). Quanto ao João V, gostava de música e isso perdoa muita coisa. Cultíssimo e poliglota, foi um rei cuja marca no povo fica por Mafra e é injusto. De resto tem os mesmos dois primeiros nomes que eu e só por isso de 1 a 5 dou-lhe 5, apesar de não perceber o porquê de dois carrilhões quando não podem afinar um com o outro. Não sou de ostentações só pela ostentação. As Caldas da Rainha, onde vivo, depois de D. Leonor é a ele que deve mais.
Serão mais corajosas, as mulheres, sim, em bastas áreas da vida (a resiliência à dor, dores, físicas, emocionais, por ex.), mas homens existem que são iguais (não aprecio muito a distinção de géneros em várias questões, gosto mesmo de pensar em pessoas, diferentes, decerto).
O João Nº 5 também gostava de livros, tinha uma tropa fandanga espalhada partout, recolhendo, adquirindo tudo o que se publicava. E de fontanários (basta percorrer parte do país…), mas em tudo isto, que é manifestamente ostentatório (a cultura não é o que nunca foi…), sabemos qual a origem de tamanho poder/fazer.
Ainda prefiro a Joanina à de Mafra (bibliotecas), à qual ainda hoje chamo ovo de Fabergé 😀
Acalmem-se Alexandra & João Francisco, só têm que ver o horroroso jardim mais uma vez (se quiserem, claro!).
Parece que ali os reis terminam com o D. José …
Bom domingo!
⚘
Maria
Mas, Maria, alguém perdeu a calma, sequer a compostura?
Quanto ao Domingo, bom, estou a tentar segurar-me, sabendo que voltarei a ver a minha porcelana lá para agosto…
_____________
(posso sempre pensar no museu, lá ao lado, que aprecio: muito; saber dar a volta é uma das minhas características, e não necessito de acessos fáceis, posso sempre saltar o muro 🙂
Estava a tentar ser irónica, parece que falhei redondamente 😉
Eu própria prefiro outro tipo de jardins e parques, menos arranjadinhos, com muitas árvores – por exemplo, o Terra Nostra em S. Miguel, embora ache que este está muito bem para o fim a que se destinava.
Até demasiado bem…
⚘
Maria
digamos que falhou, sim, em semi..
mas, como escreveu aquele pedaço de gajo, há que falhar melhor…
(a conclusão é óbvia: ninguém sai disto de sobrolho franzido)
Há que falhar melhor…
I’m gonna try!
Peut-être en attendant G.
No, don’t tell me your “G” stands for Godot
Fontanários:
O de Alpedrinha é belíssimo.
Bibliotecas:
Confesso que tenho um fraquinho pela de Mafra, talvez porque a vi na altura certa com a pessoa certa…
Sorry!
Quanto a Aquedutos, estamos de acordo, I guess.
E só podemos sair disto com um sorriso “realmente” Joanino e rasgado
Maria
no need for sorries/smiles.
(we are who we are: different, yet, comunicando: good enough…)