Estátuas dos nossos reis (143)


Pedro Correia,

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 D. João IV (1640-1656)

 

Autor: Desconhecido

Ano da inauguração: Incerto, presumivelmente no século XVII

Localização: Amares, na fachada do antigo Convento de Santa Maria do Bouro, actual pousada (a estátua deste Rei é a última, à direita)

0 comentários em “Estátuas dos nossos reis (143)”

  1. Eu preciso do Livro de Reclamações: o meu astigmatismo não me permite ver monarca algum, sequer o último, à direita referenciado, menos ainda com a incerteza enunciada com cobertura de presumivelmente, esse conservante altamente prejudicial!)

    Além do mais acho graça é ao João Nº 5, o espalha brasas dos oiros & diamonds, que tinha a mania das bibliotecas

    1. Alexandra g. parece que esse #5 (não o da Chanel!), para além das bibliotecas, também gostava muito de visitar um certo convento de onde há dias roubaram uns azulejos.
      Dizem que era gorducho, embora eu prefira imaginá-lo na versão (Paulo Pires) que passou há tempos na tv.
      E tem razão, ainda não apareceu aqui um João 4 que se aproveite.
      ⚘
      Maria

      1. Maria,

        na Biblioteca Joanina, passada a Porta Férrea, Paço das Escolas, à Coimbra, PT, temos um João Nº 5 quase irrepreensivel: ah, o ponto focal!!! – mas ambas sabemos que o é: repreensível (ainda hoje mantenho as minhas reservas quanto à história de ter feito erigir a dita biblioteca para uso do comum dos mortais, à época, um inédito, sabendo nós qual seria a % de gente sabendo ler…)

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        resta-nos a piada da Inès Marie Lætitia Églantine Isabelle de Seignard de La Fressange, que chamou ao cão da Carolina do Mónaco Chenil Nº 5 :)))

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        p.s.- não sei se reparou mas o Pedro está a esforçar-se pela sua Inês aka Delitrodetranspiração 😀 – com o João Nº 4… 😀

      1. falava do actor, não do cnjunto da série, que por acaso gosto muito (conheci há pouco tempo – meses . uma entomóloga forense, provavelmente a única em funções, que a outra foi despojada da bolsa da FCT por ter engravidado….) e aquilo que aprendi foi magnífico, mas mesmo ela tem a sobriedade de afirmar que não sabe nada…

        soube (sou mui perguntadeira) que só a PJ militar a contratou, até hoje, para as questões de perícia, mais ninguém, e que os alunos que lhe chegam, na faculdade, vão atraídos pelo glamour da série, não aguentando os odores, os aspectos, os sítios, tudo em demasiado árduo, e que rapidamente se escoam para outras áreas de estudo.

        adorei-a, a estoicidade, a paixão, o cumprimento do trabalho, como adorei a resposta que me deu a uma (mais outra) pergunta: sim, existe uma troca internacional de informações, mas a realidade está a transformar-se de forma tão célere que nem os melhores especialistas sabem como adaptar-se.

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        (e, obviamente, aquilo que todos sabemos: nada é como se passa nos CSI: nada, sequer nos US of A).

        1. Essas séries distorcem por completo a realidade: alguém imagina tantas miúdas giras na polícia científica?
          É como as inenarráveis séries passadas em hospitais cheios de enfermeiras e médicas que parecem top-models. Até apetecia ser internado sem demora se fosse mesmo assim.

          1. lamento, mas eu abdicaria dos bonzudos para ficar com um panças inteligente e cheio de humor e, já gora, bom x«cozinheiro e limpador de casa 🙂

            nunca fui muito dada – pese toda a minha, ainda, paixão pelo cinema – a estereótipos 🙂

          2. ora raios, Pedro, coloca-te a pergunta, que eu segui a ligação para responder, quando me chegou ao email (ai! o sapo, tão perfeitinho, quaise um princípe )

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