Estátuas dos nossos reis (104)


Pedro Correia,

Homenagem%20a%20D.%20João%20II%204[1].jpg

_aaz5874_1_1024_2500[1].png

 

 

D. João II (1481-1495)

 

Autor: Manuel Rosa

Ano da inauguração: 1998

Localização: Lisboa, Praça do Príncipe Perfeito, no Parque das Nações

216 comentários em “Estátuas dos nossos reis (104)”

  1. E eu que o supunha um monumento em memória do Lince da Malcata… e bonito como tal.

    Para homenagem a D. João II terei que… ah, terei que nada, não apanho o conceito e peço ajuda para perceber porquê o II e não o I ou até o VI. Porque gosto da obra, é elegante na simplicidade, e com boa vontade consigo extrair-lhe a coroa – mas tanto de cabeça coroada como de maxilar nu. Falha minha, mas não percebo a obra como o autor pretendia.

          1. Julgava ser a única no meio destes 5789 comentários a dizer bem da estátua – mesmo nela não vendo qualquer D. João.

            Ainda bem que gosta, jpt. Será igual vista ao vivo e a cores, como se costuma dizer? Proponho uma romaria, para tirarmos as teimas.

          2. falando sério? Assim de longe, acho mesmo muito interessante
            (diga-se que por mim arrasava todos os bustos realistas com menos de 118 anos)

          3. É sempre uma questão de perspectiva, claro, mas quando o artista tem profundidade tanto obtém bustos delicados como estátuas a cavalo – tem tudo a ver com a arte.

          1. Uma coca-cola por dia, e nem sabe o bem que lhe fazia. Tenho o avô de 97 a confirmá-lo!

            E, dúvidas houvesse, o Pai Natal é velho e desce imaculado pela chaminé – mais parecido com a fonte da juventude, só “eau de vie”.
            Feliz Natal

            (Pedro, não faria o senhor o obséquio de nos deixar formatar o texo dos comentários? Quem usa o telemóvel não pode, por exemplo, italicar – e veja a falta que nos faz…)

          2. Se não panicar, eu ensino…

            (Definições, Comentários, opção Rich Text; mas duvido que não soubesse! Deixo apenas para outros que vorpheiem por aqui)

          3. (Sendo hoje Domingo, até a mim, ateia, me fica mal perturbar a serenidade do dia perguntando por sinónimos – a pertubação não na pergunta, entenda-se.

            Está a compilar um desses? Posso passar-lhe alguns que ouço volta e meia; os que lhe dei antes já estão gastos… :))

          4. Essa de que fala era demasiado pia, não piaria na matéria embora os Beau sejam mesmo coisa de gente louca. Mas no bom sentido, inverso ao dela, coitada…

          5. A Pia era a com azar, mas a nossa primeira Maria tinha uma grande apetência pela religião e pelos desvalidos, daí a Piedosa.

          6. Há, mas a piedosa era também pia, não sendo Pia. A sua ligação às “boas obras” da Igreja assim o denotam.

          1. O Caetano Veloso bem gostava de ver o leão ao sol, mas está de chuva. O lince não se chateia com o estado do tempo.

          2. Eu diria que a águia não tem problemas desses pois usa protector solar. Não funciona contra queimaduras do óleo onde a querem fritar – mas porque a pensam codorniz. Esquecem-se que a águia pode ser adestrada, mas continua Rainha dos céus. E que os cucos mais tarde ou mais cedo caem dos ninhos.

          1. Pensei que isso era ao Saramago no Campo das Cebolas… e os monárquicos deixam? Um símbolo é um símbolo, se agitamos pagodes nos jogos, e cada vez se percebe melhor porquê!, aturem este Rei em forma de lincirafa…

          2. Acho que os nabos surgem por geração expontânea… nenhuma planta que se preze conseguiria tão rápida mutação e em tão pouco tempo. Ou geração expontânea ou são todos manipulados, OMG, que é como quem diz organismos genéticamente manipulados cuja ordem dos factores é matemática – não importa.

          3. Não as discrimino, Pedro, mas essas são espontâneas, não nascem do nabo como Eva da costela do outro.

          4. Explico-me: há os nabos e as nabas, as quais saem desembestadas dos primeiros, expontâneos e expontâneas pois apontam fora de tempo; e há as nabiças, de onde os nabos não chegam a brotar mas as quais fazem as melhores migas beirãs – diz quem gosta, qu’eu de beiroa só a morcela e a broa. E os formigos, caraças, já me esquecia!

          5. Carqueja e arruda deixam-me sisuda.

            Cabritinho é bom pecado
            Mas beirão e de tod’o lado
            Com batat’e cebolo dourado
            É repasto p’ra durar bocado.
            Mas cabra velha, me’migo,
            chanfana chamo-lh’um figo
            Enfim, é como digo:
            March’a cabra e o formigo!

          6. Ah, ok, soja… quer guerra com a Quercus, portanto!

            Ou, como disse a Maria há 637 comentários atrás, neste postal fala-se de tudo menos da estárua

    1. Lince da Malcata, Sarin?
      O lince é um animal lindo (veja os Diários da Natureza da Luísa Ferreira Nunes) e eu não consigo vislumbrar nesta “obra de arte” qualquer semelhança com um homem ou um animal.
      Não sei como será in loco; pelas fotos acho um pavor.
      Maria

      1. Acho a peça elegante, Maria, e sinuosa como um gato. Daí ao ameaçado felino foi apenas o pulo de um desejo antigo pela conservação de tal espécie de novo ameaçada.

          1. Também. Embora não O Pantera Negra! Era gracioso, mas muito mais que este lince, da Malcata ou de outra serrania qualquer. Nem Cor-de-Rosa… tem muito que se lhe diga, a criatividade, mas há limites, Maria, há limites!

          2. Tenha calma, a situação não está assim tão má… pronto, ficaram sem a B, mas, quero dizer, ainda há esperança para a A, não? Senão, sabe o que diz o rifão: para o ano é que é!

          3. O VAR, aquilo que se descobriu que falha a meio dos jogos e que quando não falha erra?

            Deixe lá, Pedro, os supostos grandes clubes ou estão com problemas de liquidez ou estão sem ganhar de A a Z mas sem B há tanto tempo que é injusto dizer que a culpa é da “tecnologia que garantiria a isenção”.

          4. Sarin & Pedro:

            Juro que não me estava a referir ao futebolista (cada vez ligo menos ao futebol), mas sim à pantera negra que vive ali para as bandas da América do Sul, juntamente com o “primo” Jaguar (não confundir com o bólide, please!).
            Agora o que eu sei é que este mamarracho está a bater o record dos comentários
            Maria

          5. Ah, Maria, não duvido da sua isenção; mas eu tenho o sangue vermelho-papoila, sabe – e adoro ouvir o Pedro rugir entredentes (que eu no Fé respeito a cor das bandeiras, adejando a minha apenas em defesa, e o Pedro respeita o DO não confundindo os blogues, honra e dignidade lhe sejam atribuídas)

            Mas é facto, o mamarracho – que, insisto, aprecio mas sem realeza – está a bater as outras estátuas aos pontos! Penso que o artista ficará satisfeito: arte é provocação dos sentidos, e repare no “non sense”… (oh, Pedro, italicava agora tão bem )

          6. Se querem estátuas de bola, também se arranja. Começando pela do Rui Patrício em Marrazes e terminando pela do Cristiano Ronaldo no Funchal. Que é mega, ao que me dizem.

          7. Da do meu patrício seu Patrício arranjo-lha eu, que a tenho a 200m – isto se me perdiar o mau jeito para fotógrafa, que ao Rui tenho apreço.

            Marrazes é freguesia, a estátua está já em Leiria 100m para lá do Lis (não Sado), ali à entrada do elefante branco que, mesmo inacabado, sempre é mais bonito que o outro estádio do T.Taveira. Marrazes é deste lado, lá em cima, deixando-me a mim em Leiria mas, veja bem, à direita do rio!!!!

          8. Estátua, gastronómica, ergueria eu à Casa da Nora, em Cortes. E ao Casarão, na Azóia. Onde já comi magníficas refeições.
            Em Marrazes ainda nem sequer merendei. Mas hei-de passar por lá, em veneração ao Rei Rui, a pretexto da estátua – esteja ela exactamente onde estiver.

          9. Nunca se refastelou na abundância regional amorosamente cozinhada do Tromba Rija? Nos pitéus da Casinha Velha? Ícones da terra, pergunte ao Rui. Ambos com decoração à medida, daquela nova mas genuína porque continuidade da antiga também presente.
            Venha tirar a foto e avise se precisar de cicerone. Ou faça melhor e convoque os comentadores do DO para o tal jantar que alguns vlads pediram; afinal, Leiria fica no centro e o Pedro prometeu homenagear a ACADO…

          10. Pois claro, o Tromba Rija. Conheço, sim. Aliás a primeira vez que fui a Marrazes – ainda o Rui Patrício gatinhava nas escolinhas do Sporting – foi precisamente com uma extraordinária experiência gastronómica no Tromba Rija. Fantástico restaurante onde já nos satisfazemos plenamente ainda só na fase dos petiscos iniciais.

          11. Durante uns anitos tiveram a infeliz ideia de lhe chamar “O Repolho”, ainda o Sporting não teria escolinhas, talvez.

            Mas foi sempre lugar de peregrinação…

          12. É o nome inicial e com o qual ganhou fama, por aqui. Não percebi que politicamente correcto lhes deu na altura… até tinham cinzeiros para os passantes “roubarem” (fui roubado n’O Repolho).
            Deixou por lá escritos, Pedro? Os mais antigos mal se lêem, mas todos por lá pendurados do tecto, ainda…

  2. Was ist das, Herr Peter?
    I’m not prepared to this!!!
    Bolas, até que esqueci que falo português!
    🔨🔨⛏⛏🛠💣
    Maria

          1. Aber sind Sie Krank, Herr Lavoura?
            Es tut mir leid!
            E agora, deixemo-nos de “Ruisices Rioices” e bora lá pôr um comentáriozito no nosso Rei Manel dos Descobrimentos, ok?
            Maria

          1. Então não eram brioches?
            E eu quase posso garantir que ela nunca disse isso – foi uma fake new
            Maria

          2. Maria, as minhas fontes, Maurício de Sousa estrelando Magali como Maria Antonieta, afiançam o contrário – daí a fome, com a Magali…

            E sim, num registo mais histórico, estou de acordo com ser vox populi e não M.A. dixit.

            Nunca percebi muito bem a diferença, prefiro pão com queijo

          3. Pinturas, há, estátua desconheço; mas não deve ser difícil, um vestidito, uns bracitos e temos estátua!

          4. A Sarin não viu o filme da Sofia Coppola?
            Ela era apenas uma criança, a quem retiraram tudo o que amava, quando a entregaram àquela depravada corte francesa.
            Tentou adaptar-se… e já todos sabemos que acabou mal
            Maria

          5. Maria, nunca perdoarei à M. Teresa a ambição (diabos a levem, conseguiu!) de ver os Habsburgos dominar a Europa, infiltrando as filhas em todas as casas reais europeias… e tenho uma certa simpatia por M.A., resultante mais da cultura que do estoicismo; mas não vi o filme da Coppola, falha que junto a muitas outras. Que fazer, a rigidez do tempo não se coaduna com a plasticidade dos interesses e, depois, as estátuas são tantas…

          6. Maria Antonieta, embora em versão apócrifa, tinha razão: não há nada que chegue ao bom brioche francês. É, muitas vezes, o meu mata-bicho.

          7. Eu, plebeia, solidária com malteses e ganhões, entrego-me de alma ao pão alentejano; de alma pois que de corpo convém ter juízo.

            Mas como sou europeísta, sempre lhe digo que encontrei o paraíso da panificação perto de terras de sua Alteza, Princesa do Sacro-Império, ali na Bavária do louco Luís, Seu primo e afilhado de Seu marido.

          8. Também gosto, centeio e o que houver mas alfarroba duspenso, apesar de vizinha geográfica do trigo… e depois, Pedro,a alvura do alentejano leveda em simplicidade, o trigo assim envergonhado de nos atacar o estômago mal se nota, o travo amargo dulcificado em azeite ou queijo derretendo-se-nos nas papilas. Não troco, mas alentejano é no Alentejo, não este arremedo de grande superfície…

          9. Caramba, o que me foi lembrar!! Na sopinha de cação… E nas migas, não? Com espargos, a acompanhar rojões… caraças, até me está a apetecer sumo de Pêra!

          10. Açorda de marisco era n’A Choupana. E ensopado de borrego, no Lumumba em Monsaraz. Já gaspacho, no Banha em S. Miguel de Machede. As queijadas, na Violeta, perto do Garcia… e podia continuar o roteiro – estudei em Évora, e embora alguns tenham fechado outros surgiram e mantiveram a tradição 🙂

          11. L’ambience, Pedro? Assim nunca chegará a crítico Michelin… E talvez seja melhor pararmos de falar em restaurantes – se comêssemos agora esses pitéus todos corríamos o risco de ficar não críticos mas bonecos

          12. E Leiria, Pedro..
            … desde que não seja no centro histórico, que aí só quem cá vive sabe onde os encontrar. Mas dos bons restaurantes às tascas e às verdadeiras casas de pasto, encontra-se muito e muito bom por aqui também.

            Braga visito menos, sou mais Guimarães e Pontevedra (zorza e fabada… e os mexilhões em escabeche…)

          13. A propósito: recomendo também a monumental ‘paella’ no Furnas do Guincho. Num dos mais soberbos panoramas que é possível desfrutar num restaurante em Portugal.

          14. Não que não aprecie, mas tenho medo de camarões. Eu sei que são fofinhos e até para o avermelhado, mas cada vez que me cruzo com ou estou nas cercanias de, acabo por fugir; ou, então, dá-me para visitar hospitais à hora de tal convívio.

            Mas obrigada pela sugestão.

          1. Em tempos idos, e não apenas nos de Março, imperavam os virtuosos. Agora, os virtuais… tá bem, temos k alinhar ka modernidade.

          2. K’a ganda verbo, por mim já o deklinei várias vezes – mas aviso k deklino dekliná-lo notras konversas ke tivermos a ter, só nestas pk’inda tô enxofrada…

          3. E à uma ponte ke kuase kaiu, mas deklinaram d’andarem nela e agora é pontantiga, lavourada pla nova.

        1. Pedro, isto está a ficar uma “ganda” confusão. Já não se percebe quem responde a quem – será isto a famosa teoria do caos?
          Caramba (onde é que já li isto?), será que este imperfeito Príncipe Perfeito merece assim tantos comentários?
          De qualquer modo, aqui vai mais um
          Maria

      1. Beau ce jour, portanto. Eu bem desconfiava que o Pedro nos dava as estátuas para nos compensar pelas Belles – mas dito assim fico ofendida, ao tempo que outras e eu clamamos injustiça e afinal as estátuas são em prol do Lavoura?! Doeu, Pedro, magoou!

          1. Novamente Orwell, Pedro? Todas as minorias são minorias, não há umas mais apoucadas, quero dizer, pequenas que outras…

          2. Gostaria de contra-argumentar, mas reconheço quando o argumento me falha. Ainda para mais hoje, estou assim a modos que enxofrada: não percebi se fui insultada ou não

          3. Pedro, lavouraram-me um coiso, e uso este termo porque não sei se insulto ou elogio; ser estatuada por este estatuador era pacífico, hoje até tenho um lenço pele de leopardo agarrado à mala, fico já eternizada neste lince, se o João der um jeitinho e se s’achegar p’ra lá, afinal, onde está 2 cabem 3.

            Note-se que tenho o lenço porque achei ser importante estar à altura da idade que o LL me atribuiu, e na dúvida pedi uns óculos bifocais sem haste, enchi o telemóvel com músicas duma fulana que tem um chapéu-de-chuva e troquei o baton por um lollipop.

          4. Complicadíssima! Ando aqui às arrecuas e aos safanões e não consigo perceber o que percebeu o lavourador. Cá para mim tirou-me a pinta pelo laço e embrulhou-se todo, vai daí lavourou-me o coiso, que é como quem diz cc, com a incerteza de Hamlet, e deixou-me nesta coisa, que é como quem diz dúvida, a pensar que raio de coisa foi aquela!!!

          5. Acho que, no caso em apreço, será 7 séculos dividem – e uma ou outra peça continua por encontrar.

          6. Mas o Lavoura até foi um querido (nãããooo, eu não estou a escrever isto!!! ), pois teve a gentileza de pôr em alemão a frase que eu tinha escrito em inglês.
            É que ao olhar para a insólita peça de estatuária, fiquei sem saber em que país estava…
            Maria

  3. O escultor ” escultou” apenas a dentadura postiça d’El Rei Joaão II — Em homenagem aos dentistas da época… e em louvor ao actual SN de Saúde, por já ter-mos um consultório /dentista em todos os postos médicos…

    Palavra dada , palavra cumprida” (Ministro da Saúde 2017)

    Bom fim semana

    Amendes

  4. Não há simbologia que valha ao pobre D. João II, e se o autor de semelhante peça escultórica nãoé o Adamastor… só encontro uma boa explicação: estava em armazém e encomendaram um D. João II, mas podia ter sido a loba Capitulina.

  5. Consta da sua biografia que nestes últimos 20 anos o referido artista se tem dedicado mais ao campo da edição.

    Quanto à descrição da obra: ao que parece, pretende simbolizar o que pretensamente simbolizou o reinado em causa: a universalidade e a paternidade.

  6. Pérola colhida na net:

    “Contrariamente às soluções apresentadas (…) que homenageiam o Príncipe Perfeito com uma estátua de corpo inteiro, imaginando-o como retrato estereotipado, em tamanho natural, a hipótese morfológica desenvolvida por Manuel Rosa resulta numa forma colossal aberta, orgânica, híbrida e animal.

    A solução morfológica encontrada, altaneira como uma girafa, tem origem nas formas estilizadas de duas obras, sem título, que evocam o corpo de uma loba decapitada: uma de aspecto orgânico, feita em calcário, exposta em 1992, em Madrid, no âmbito da Capital Europeia da Cultura e outra, mais linear e estrutural, construída no ano seguinte por assemblage de duas peças iguais, em varão de aço, justapostas, em oposição.

    A par do biomorfismo arquitectónico que procede do Grande torso em arco, de Moore (1962-63), a morfologia ambígua, zoomórfica e abstracta do arco da região oriental de Lisboa (1998) conjuga, também, elementos surrealistas equiparáveis aos do Labirinto em arco (1963), construído em cimento, por Joan Miró.”

  7. Was?
    215 comentários?
    Que fique registado que passei por aqui as 18.40h do dia do Solstício de Inverno (no Hemisfério Norte) e não compreendo como foi possível tal coisa acontecer aqui no ‘pale blue dot’ , mais conhecido por ‘Terceiro Calhau a contar do Sol’.
    Are we all crazy or what?
    215 comentários?
    (Bem, agora 216, se o Pedro publicar este).
    Uma coisa é certa: fartei-me de rir 😂😅🤣
    Não consigo parar de rir
    Maria

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *