Se eu for reformada, posso perfeitamente continuar a trabalhar, e auferir um salário, que acumulo com a minha pensão. Se eu for bolseira, estou impedida de ganhar mais um cêntimo que seja, e dependo em absoluto do grande e magnífico Estado. Se esse mesmo Estado, por algum motivo, congela o meu pagamento, paciência. Espera uns meses, pode ser que passe. Mas entretanto, vai pedindo dinheiro emprestado, que ganhar dinheiro a trabalhar não é para todos. A minha overdose de qualificação trama-me.

Julgo que a lógica é bolsa = assistência. Se trabalha não precisa.
Supostamente quem tem reforma é com o dinheiro que descontou ao longo dos anos logo são casos diferentes.
O uso de supostamente deve-se a que maioria não descontou o suficiente para o que tem de reforma.
Acresce que, sendo bolseira, não desconta dinheiro para a reforma, pelo que jamais a virá a ter.