O avanço de Obama para a presidência foi simpático, principalmente pela afronta aos preconceitos racistas, nos Estados Unidos tão misturados com o fundamentalismo cristão popularucho. Mas teve um lado oposto, mais para a minha terra, sintomático que foi da imbecilidade militante de alguma esquerda, identitarista, caída de fervores pelo obamismo. “Eu sou obamista” passou a ser um pin político, “alfinete de peito”, iman de geleira, de qualquer candidato a colunista do “Público” ou de comentarista fedorento.
À revelia do real Obama, “Obama” é, olhando Portugal, um símbolo do vazio intelectual da primeira década de XXI. Lembro-me disso agora, quando se sabe que os EUA andam espiando tudo e todos, uma série de políticos aliados, etc. O que diriam os democráticos identitaristas, os teclistas do eixo BE-PS, se o presidente americano fosse Bush, pai, filho ou irmão? Mas sendo este presidente devem estar a alisar os posters, lá nos quartos adolescentes. Retardados.
E os outros continuam a lê-los. E a rir-se das piadinhas na TV. Retardados?


Ob Está no melhor lugar, no pior momento!
O que lhe vale é que passa depressa!
B F Semana.
Lamento, mas não compreendo bem o comentário
Ob… não lhe diz nada?
talvez apareça um comentário feminino!
então, então, vejamos as coisas também pelo lado positivo…como se lia num póster de uma manifestação junto à casa branca: “finalmente temos um governo que nos ouve”.
excelente …