“Tem havido manifestações de interesse por parte de várias instituições“;
“Estou em crer que haverá condições para vender muito antes do prazo“;
“Como tal, a venda deve ser rápida, o que não significa à pressa nem ao desbarato“;
“É a demonstração de uma boa saúde por parte do sistema financeiro“.
(intervalo para negociações com os lorpas)
Partindo do princípio de que a bola de cristal de Marques Mendes está baça, o que inviabilizou a apresentação das contas da Segurança Social que António Costa e Catarina Martins já pediram e permitiram que a ministra da Justiça avançasse com umas sugestões (bitaites), o melhor será o primeiro-ministro e a ministra das Finanças porem-se ao caminho, meterem uma “cunha” ao dr. Mário Soares, que vai lá trocar impressões com alguma regularidade e pode ser que o convença a arranjar espaço na agenda entre as visitas habituais, e irem falar com o inquilino do número 33 da Rua Abade Faria. Não custa nada. Quem sabe se oferecendo com o banco uns computadores Magalhães, uns pares de sapatos e o dr. Marques Mendes, o problema não ficava resolvido?
Estou em crer, com excepção do sempre inconveniente António Lobo Xavier, que Sócrates será o único com experiência acumulada sobre este tipo de situações. O único, como diria o prof. Marcelo, que sabe disto a potes, capaz de transformar situações duvidosas em sucessos retumbantes, e em posição de ajudar a encontrar os parceiros ideais para este tipo de negócios. Talvez fosse a maneira de tramar o António Costa, dar gás ao Seguro, encontrar o consenso nacional que pede o Presidente da República, e poupar mais uns cobres aos novos milionários. Indirectamente, é claro. Essa gente nunca aceitaria benefícios directos.

Mais um bitaite, meu caro, para ajudar a compreender que a sociedade europeia está em mobilização ao contrário do que pretendem para Portugal os almofadinhas da coligação PSD/CDS e os seus propagandistas.
http://www.rtp.pt/noticias/mundo/esquerd as-europeias-apelam-a-desobediencia-civi l-contra-eurogrupo_n857873
É necessário que os cristãos – eu refiro-me aos cristãos e não aos que andam a bater com a mão no peito e que trazem o credo vazio na boca – e todos os traídos por esta coligação nazi/fascista/estalinista, submetida à nomenclatura financeira que tem seus mandatários no ECOFIN, que se apresentem de peito feito nas urnas e votem contra este terror e genocídio social perpetrado por PSD/CDS.
Mas que se juntem também a esta desobediência civil.
Esta coligação é totalmente desprovida de qualquer conceito de liderança, aliás, a liderança para eles é a propagação da cultura do medo.
Um povo nunca avança quando escravo dos medos.
VIVA PORTUGAL! Portugal sempre à frente da PàF, isto é, do medo. Só os garotos comem o que lhes apresentam com a coacção do papão e do bicho mau.
sinceramente, só faltou a ” Internacional ” em fundo … 🙂
e já agora , num toque diferente , umas liras a acompanhar
Vamos ver se esta lhe agrada:
https://www.youtube.com/watch?v=DLh6ienX hek
ou esta: JX8
https://www.youtube.com/watch?v=Rlossk1C
Obviamente o Bes e o Ges deveriam ter falido, garantiam-se os depósitos a prazo até 100 mil euros como está na lei (não a treta do papel comercial) e os Espírito Santo e demais artistas que lá tinham dividas ou créditos que se desemerdassem na justiça ou fora dela.
Não tendo isso acontecido passou-se á prodigiosa medida de salvar uns e deixar cair outros que só podia sair da cabeça de quem era pressionado por quem tinha muito a perder.
As consequências estão á vista, ninguém quer o banco a não ser dado, independentemente dos activos que possui e acena com os espantalhos dos processos judiciais nomeadamente os postos pelos tubarões da finança internacional que depois resolverão por baixo da mesma com acordos amigáveis.
A irresponsabilidade e dolo dos governantes actuais é tanta que nem permitiram que a 1ª evolução no caminho menos mau fosse avante que era o trabalho a que o Conselheiro de Estado Vítor Bento se propunha, que consistia em estabilizar a situação em 2/3 anos e vende-lo pelo menos sem prejuízo.
O prejuízo já é um dado adquirido, a factura indirecta para os contribuintes (via CGD ), já é certa, só resta saber como passará a ser directa e de que modo os restantes bancos em Portugal se irão conseguir livrar de pouco risco que assumiram uma vez que não tomaram capital do fundo de resolução, apenas acederam a fazer um “empréstimo” virtual que lhes vai sendo pago pela anulação de tributação e pelas garantias que lhes foram dadas para poderem fazer esse empréstimo e que devem ser contabilizadas de alguma forma nos seus relatórios de contas mas isso cabe aos “bons” jornalistas dos jornais económicos investigar que por acaso são os mesmos que não conseguiram descobrir as maroscas dos Espírito Santo.