Leio que o país está em polvorosa e eu prognostiquei este tempo – parece que vai piorar -, ávido de tempos novos, dum recomeço com esperança. Lamento – fui apanhado no contratempo, que me dispersa, enquanto vou escrevendo por aí:
Luto, demente, entre o dormonoct e a ansiedade, pelo mais logo e pelos dias que hão-de vir, por aí, entre a planície de fogo e o medo do regresso à circunferência inexpugnável que me mirrou as asas, mesmo quando, nos olhares distraídos, havia a arrogância da águia. Há entre ti e eu a linha ténue da perplexidade, que não sei se é tua, se minha, se nossa, meu amor, que – por fim – tem rosto.
Está desculpada a ausência? Eu volto já, incendiário.

Isto de nos deixar espreitar pela fechadura resulta… Boa amostra, sem dúvida! :-):-)
Olá, Chloé 🙂