Pode utilizar-se a expressão entrevista, desenvolver a ideia de que a maioria dos contribuintes não dispõe de informação bastante e menos ainda de conhecimentos técnicos suficientes e, por fim, concluir que se faz e se diz que faz aquilo que é possível.
Eliminando o conteúdo entre os dois termos, fica entrevista possível. A interpretação é da minha inteira responsabilidade, mas devo dizer que me agrada especialmente. E ainda me agrada mais depois de suprimido o desenvolvimento da ideia. Entrevista possível, sim. Afinal, esperavam o quê?

Clap ! Clap ! Clap ! Clap !
Palmas para o fantasminha Gaspar, que segundo ouvi dizer, faz discursos com as palavras «dívida» e «colossal»…como se fosse uma redacção da 3.ª classe !
PC? Cheira-me mais a PCP…
Canes timidi vehementius latrant.
Concordo plenamente (em especial com a interpretação).
Ora ainda bem que não fico aqui isolado.
Há que reconhecer que o jornalista esteve muito bem no papel de patego ignorante. Houve mesmo momentos da mais pura naturalidade. Impressionante.
Tenho boa opinião do José Gomes Ferreira.
Também eu tinha boa opinião. De Ricardo Carvalho.
Concedo que o homenzito terá sido obrigado a assumir aquela triste figura. Como se lhe incumbisse representar ali o típico homem do povo xuxialista angustiado por dúvidas e surpresas.
Mas não precisava de ser tão convincente na ostentação de ignorância…
Acho que não vimos o mesmo.
Antequam noveris , a laudando et vituperando abstine .