8 comentários em “Entretanto, no país da auto-estrada do pinhal interior”

  1. E agora, para além de em caso de necessidade de algum familiar ou amigo, convençam-me a dar sangue!
    É que sendo anteriormente dador (que começou quando a esposa de um amigo precisou) sempre fiquei com a ideia que era um negócio em que o único mecenas era eu, sem direito a descontos nos lucros.
    Afinal, e para além disso ainda há a incompetência!
    Que nunca é de descurar quando falamos de organismos estatais ou dele dependentes!

  2. Na minha família sempre fomos dadores de sangue.
    É frustante ouvir notícias destas.
    Só tenho umas perguntas:
    – Quanto custa o equipamento para se poder aproveitar o plasma?
    – Mais de 70 milhões?!
    – Os responsáveis do Instituto Português do Sangue andaram e andam a dormir?!
    – Há quantos anos temos esta pouca vergonha?!

  3. A avaliar pelos comentários a esta notícia, a reacção é “nunca mais dou sangue”. Inteligente. Assim, não só se compra o plasma como, já agora, o sangue inteiro (se é que se encontra disso à venda).

    1. A Isabel tem razão, claro. A disfunção do sistema não pode desviar a atenção do essencial que é a necessidade de partilharmos um “bem” essencial com quem precisa. Mas, compreende-se bem a revolta de quem é confrontado com a estupidez da gestão do assunto.

      1. Claro. Mas temo que isto tenha sido um tremendo tiro no pé do novo presidente do IPS. Não o alertar para a situação disfuncional, entenda-se. Mas a forma de o fazer (ou como foi reproduzida pela comunicação social) parece-me extremamente desastrada. Em vez de dizer qualquer coisa que permitiu a jornalistas (irresponsáveis, digo eu) fazerem títulos como este do JN “Metade do sangue colhido vai para o lixo”, que um leitor distraído entende literalmente (honra seja feita ao DN, que não se comportou assim), teria sido completamente diferente dizer “Plasma do sangue recolhido não é utilizado e tem de ser comprado blablabla”. Não muito diferente do título do DN, diga-se. Mas ainda assim, há uma subtil diferença entre “não utilizado” e “destruído” e uma diferença absolutamente nada subtil em relação a “mandado para o lixo”.

      2. Depois de ler o artigo do JN

        http://www.jn.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=1877276

        (como o tal leitor distraído, li o título mas não o texto antes de escrever o meu comentário anterior), retiro o que disse e passo a dizer o seguinte:

        O Sr. Alfredo Maia, ou o seu chefe de redacção ou lá quem decide os títulos das notícias, é completamente irresponsável.

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