Entre os mais comentados


Pedro Correia,

Em 23 destaques feitos pelo Sapo em Agosto, entre segunda e sexta-feira, para assinalar os dez blogues nesse dias mais comentados nesta plataforma, o DELITO DE OPINIÃO recebeu cinco menções ao longo do mês.

 

Os textos foram estes, por ordem cronológica:

Mau jornalismo, bom jornalismo (38 comentários)

Dívida e crescimento económico em tempos de “geringonça” (21 comentários)

O chocante silêncio do PAN (80 comentários)

“Quase ninguém sabe como se chama o Presidente de Portugal” (56 comentários)

Injúria póstuma a Graça Moura (78 comentários)

 

Com um total de 273 comentários nestes postais.

Fica o nosso agradecimento aos leitores que nos dão a honra de visitar e comentar. E, naturalmente, também aos responsáveis do Sapo por esta iniciativa.

0 comentários em “Entre os mais comentados”

  1. Muitos parabéns por tantos destaques e tantos comentários,é sinal positivo que o vosso blogue é um bom blogue!! Feliz quinta-feira para todos e todas vocês!!

  2. Há um post, que já vai com 27 comentários, em que fazem a apologia de um livro que defende a não existência do Sismo de Lisboa de 1755 (no mesmo blog em que propõem como livro interessante um chamado “Pseudociência”…) e que que merecia a atenção dos responsáveis do sítio:
    http://delitodeopiniao.blogs.sapo.pt/sugestao-um-livro-por-dia-8706079#comentarios
    Como é possível um site tão interessante meter-se em tal trapalhada?!?

      1. 1. Dos posts citados há um com 21 comentários – o que cito tem 28 comentários à data…
        2. Inestimável o meu contributo?!? Se não quer comentários, retire(m) essa hipótese – há muitos blogues que assim fazem. Mas não provoque os leitores e ou os comentadores – fica-lhes mal querem números e depois provocarem quem vos os dá….
        3. O post em causa faz a apologia de um livrinho que defende que não houve Sismo e Tsunami de Lisboa de 1755 – há limites para tudo, para escolhas de estupidez e mau gosto incluído.

        1. Julgo que você não terá percebido a mecânica disto. O Sapo selecciona os dez textos mais comentados de todos os blogues (não mais de um por cada blogue) dia a dia, entre segunda e sexta.
          Pode haver dias em que o texto mais comentado recolhe menos comentários do que um outro que ficou em décimo lugar num outro dia qualquer. Tudo depende do dia da semana ou do mês – ou do próprio mês em causa. Em Agosto, por exemplo, costuma haver sempre menos comentários do que noutros meses.
          Isto vale, naturalmente, só para o dia em que o texto é publicado. O Sapo não aguarda pela acumulação de comentários que se vão sucedendo em dias consecutivos. Se não me falha a memória, aliás, o postal a que faz referência não teve um único comentário no dia em que foi publicado. Daí, como é óbvio, não poder figurar no rol dos mais comentados.
          Espero ter sido claro nesta minha explicação.

          1. P. S. – Você ficou absurdamente ofendido com o adjectivo inestimável. Aconselho-o a consultar um dicionário para verificar o significado da palavra. E entender melhor o absurdo da sua reacção.

            P. S. – Recebido nesta casa com a cortesia que sempre dispenso a quem nos visita, desde logo porque faço questão de não deixar ninguém sem resposta, você retribui com linguagem insultuosa e rasteira: “escolhas de estupidez e mau gosto”. Lamento, mas o vocabulário que utiliza não me define a mim: define-o a si.

          2. Caro Pedro:

            Considero este blog excelente e merecedor de todas atenções, por parte do SAPO e dos leitores, entre os quais sou, apenas e só, mais um. Não quero que pensem que estou a exagerar ou que estou zangado com alguém, nem quero que se zangue comigo, mas é com pena que vejo no Blog referido como recomendável um livro que faz a apologia de uma aldrabice pegada – é só e apenas isso. O autor do mesmo pode acreditar no que quiser (uma vez tive, no ensino superior, um aluno de uma cadeira de Geologia que acreditava que Terra tinha sido criada no ano 4.004 a.C.) mas não gosto que divulguem, sem uma posição crítica, tal literatura – até porque o autor parece-me acreditar piamente que não houve sismo em 1755 (e tsunami) e que uma gigantesca conspiração das autoridades (que queriam fazer uma nova cidade de Lisboa) propagou tal ideia.

          3. Meu caro: você já deixou muito claro o seu ponto de vista na polémica travada com o autor na caixa de comentários do postal em causa. A polémica prosseguirá se ambos assim entenderem.
            Não devo (por ser anfitrião) nem posso (por falta de conhecimentos sobre a matéria) interferir nessa polémica. Que se tem desenrolado com toda a liberdade que sempre caracterizou este blogue, no pleno respeito pelas opiniões alheias. Não por acaso, o DELITO DE OPINIÃO chama-se assim para indicar desde logo ao que vem, por recurso a uma metáfora irónica: aqui não se praticam delitos de opinião.
            Assinalo apenas que não fiz a “apologia” da obra. Limitei-me a assinalar a sua publicação. Todos os dias aqui divulgo um livro – já lá vão mais de mil desde que esta série começou – incluindo alguns que pessoalmente não aprecio e de autores que pouco ou nada me dizem, em termos literários ou políticos, mas sinto-me na obrigação de fornecer aos leitores uma paleta suficientemente grande de temas e géneros que transcendam qualquer “critério de gosto” que seria descabido numa rubrica essencialmente informativa, como é o caso.

          4. Entendi e já percebi que não percebe nada sobre o assunto em causa, pelo que não o maço mais – boa sorte para novas escolhas de livros recomendados pelo blog.

          5. Faça boa viagem. E tome cuidado, não vá soçobrar com o peso dessa sabedoria toda que transporta. Já vi muitos tropeçarem por muito menos.

          6. Minha nossa,tanto negativismo por causa de um assunto que nem tem pés nem cabeça!! Eu concordo com o Pedro e acho que o Pedro tem toda a razão,mas se eu algum dia vier a receber comentários negativos como vi nesta publicação do Pedro,posso vir a responder tal e igual como o Pedro respondeu!! Nunca gostei de receber comentários negativos e,meu querido amigo Fernando,se gostas deste blogue tal e igual como eu,pensa primeiro antes de ofenderes o Pedro com comentários negativos!! Olha que eu sofro de uma depressão nervosa crónica e acho lamentável este tipo de comentários negativos nos blogues!! Acho que o Pedro concorda comigo!!

  3. Creio bem que o meu caro Pedro Correia deixou bem claro, mais uma vez, os propósitos que sempre o nortearam nesta matéria.

    Quaisquer outras interpretações só podem nascer de quem chegou aqui agora (e se precipita ingénuamente nas conclusões) ou se quer pôr em bicos de pés (nem que para isso invoque “faits-divers” de cátedras “en passant”).

    Cá pela minha parte desconhecia que em Lisboa tinha havido um tsunami.
    Eu sei que dá outro impacto mediático mas continuo a considerar, talvez mal, ter sido um maremoto …

      1. Pois é, só se fôr isso, não me tinha lembrado dessa hipótese.

        Anda por aí muita confusão, poucos livros e muita TV…

          1. Se eu deixar de acreditar no Sismo de Lisboa (e dou de barato o tsunami – coisas com nomes asiáticos deviam ser proibidas) posso sugerir um livro? É que uns senhores simpáticos americanos vieram cá a casa e deram-me muito bom – até prova que a tribo perdida de Israel foi para a América e que os deuses vivem num planeta distante…

          2. Claro que perceberam tudo (basta ver a quantidade de mormons no FBI…) – até o Pedro, que demora um bocadinho a perceber as coisas chegou lá…!

            E digo-lhe mais, foi a minha nave que foi usada, há cerca de 260 anos, para rebentar a baixa de Lisboa e ainda para criar um pequeno tsunami para disfarçar – o D. José está mortinho por brincar às baixas pombalinas.

          3. Não pretenda ser autor de um crime que não cometeu. É já hoje inquestionável que se tratou de um atentado do Estrado Balsâmico para aqui instalar o Alcatifado.

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