Além de criticar o Governo português pelo apoio ao regime de Kadhafi e pelo incentivo aos negócios com a Líbia, a eurodeputada socialista Ana Gomes criticou também o ministro dos Negócios Estrangeiros por ter manifestado o receio de que a queda do líder líbio possa dar lugar ao fundamentalismo islâmico. Às tantas, não tem razão a frontal eurodeputada e tem razão Luís Amado: nada de corrermos riscos fundamentalistas, quando podemos ter como amigo um facínora moderado…
Convenhamos que é um risco menor considerar que Sócrates e Amado, de há uns anitos para cá, têm mostrado maior compreensão pelo velho Muammar do que por Ana Gomes.

Gostei da reacção enérgica da ONU – “Porte-se bem seu tontinho. Olhe que a gente puxa-lhe as orelhas!”
Bem pode dizê-lo, Pedro.