4 comentários em “Então em que ficamos?”

  1. Prefiro admitir que Manuela Ferreira Leite quer ver empregada a mão-de-obra residente no País e não importação de mão-de-obra temporária para execução de grandes obras públicas.
    Prefiro admitir, sim, mas a verdade é que não lhe chegou a língua. E não é a primeira vez, o que não abona muito a seu favor.

    1. O problema é mesmo esse, João! Agora talvez se perceba melhor o seu longo silêncio. É que depois de ter dito que as obras públicas só seriam boas para a Ucrânia, Cabo Verde e o Brasil, vem agora reincidir na mesma tecla. Além de inábil na palavra, começa também a dar mostras de um populismo execrável.

      1. Isso. Tenho a certeza de que ela quer dizer que os empreiteiros devem ser desencorajados a importar mão-de-obra temporária para trabalhar nas obras públicas. Quer dizer mas não conseguiu dizer. E continua não conseguir.

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