Prefiro admitir que Manuela Ferreira Leite quer ver empregada a mão-de-obra residente no País e não importação de mão-de-obra temporária para execução de grandes obras públicas. Prefiro admitir, sim, mas a verdade é que não lhe chegou a língua. E não é a primeira vez, o que não abona muito a seu favor.
O problema é mesmo esse, João! Agora talvez se perceba melhor o seu longo silêncio. É que depois de ter dito que as obras públicas só seriam boas para a Ucrânia, Cabo Verde e o Brasil, vem agora reincidir na mesma tecla. Além de inábil na palavra, começa também a dar mostras de um populismo execrável.
Isso. Tenho a certeza de que ela quer dizer que os empreiteiros devem ser desencorajados a importar mão-de-obra temporária para trabalhar nas obras públicas. Quer dizer mas não conseguiu dizer. E continua não conseguir.
Prefiro admitir que Manuela Ferreira Leite quer ver empregada a mão-de-obra residente no País e não importação de mão-de-obra temporária para execução de grandes obras públicas.
Prefiro admitir, sim, mas a verdade é que não lhe chegou a língua. E não é a primeira vez, o que não abona muito a seu favor.
O problema é mesmo esse, João! Agora talvez se perceba melhor o seu longo silêncio. É que depois de ter dito que as obras públicas só seriam boas para a Ucrânia, Cabo Verde e o Brasil, vem agora reincidir na mesma tecla. Além de inábil na palavra, começa também a dar mostras de um populismo execrável.
Isso. Tenho a certeza de que ela quer dizer que os empreiteiros devem ser desencorajados a importar mão-de-obra temporária para trabalhar nas obras públicas. Quer dizer mas não conseguiu dizer. E continua não conseguir.
Eu acho que não é só falta de jeito para dizer… Não á não…
Li um pequeno post engraçado sobre isso:
http://pulsardaqui.blogspot.com/2009/03/e sta-senhora-baralha-me-todo.html
:))