Para equilibrar as contas da saúde lá teve o ministro de anunciar medidas impopulares: agora foi o aumento das taxas moderadoras, seguir-se-ão os cortes nas comparticipações de alguns exames e medicamentos. É chato mas diz que não há dinheiro, portanto os sacrifícios têm de se repartir por todos (todos é uma palavra que quando aplicada em contextos como este tem uma certa força moral). Sobre a necessidade de cortar nos encargos com os subsistemas de saúde de que ainda beneficiam algumas castas como as polícias e os militares é que não oiço nem um sussurro. O respeitinho é muito bonito e a coragem política tem os seus limites. Não é? Pois é.
Então e os subsistemazinhos de saúde?
Teresa Ribeiro,


Ui! (essa doeu, Teresa).
Esta opinião está no limite do delito. 😉
Este, não chora.
Para quê…
Já basta os que não conseguem evitar.
Policias!? Militares!? Para isso era preciso ser o Ministro da Agricultura. (com grande plantação de tomates).
É o raio da equidade há 36,5 anos apregoada mas nunca chega, irra, que compreensão lenta.
Posso sugerir a história em directo? É muito comprido mas vale a pena (a segunda versão da segunda parte é a completa):
http://ww1.rtp.pt/icmblogs/rtp/pros-cont ras/
Pior que isso é o Ministro admitir que menos pagam mais para que mais paguem menos. Grande equidade…