… tenha o seu próprio Bugatti.
1. Imprima e recorte pelo picotado.
2. Dobre e cole cautelosamente.
3. Convoque uma conferência de imprensa para dizer aos amigos que tem um Bugatti em casa* e divirta-se à custa dos outros como se fosse o governo.
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* — Não chega a ser bem uma inverdade.


Não tarda nada, nem este se pode comprar, João 🙂
Não tarda nada, nem a impressão a cores será possível, Pedro.
Quem não viu ontem o telejornal da TVI não sabe o que perdeu… ” ó Luís, fico melhor assim ou fico melhor assado?”
Quase me deu uma síncope de tanto rir! O Luís deve ter demorado uns bons três quartos de hora (mais coisa, menos coisa) a compor o “ramalhete” para um “directo” tipo telenovela mexicana dobrada em brasileiro. Imperdível!!!:)))
O carrinho é um must! Faz-me lembrar as bonecas de papelão com os vestidinhos de recortar que faziam as minhas delícias. E que agora fazem as das minhas sobrinhas, mas elas preferem as bonequinhas do computador. Outros tempos…
Dispenso-me de comentar as tiradas ao tal Luís, porque sou um rapaz educado!
Sobre o brinquedo, lembro-me das banocas, mas também dos carros da época que vinham nas embalagens do Ovomaltime e outras. Belas recordações.
Ó João, como é que adivinhou que esta é a minha auto-marca preferida? É hoje que o compro!
(ups… “-aste”)