Enquanto a máquina de propaganda do PS já começou a tentar fazer do Prof. Marcelo o mau da fita, o desestabilizador, o país continua a funcionar de acordo com as suas rotinas governativas.
Por publicação em Diário da República, o Ministério das Finanças já autorizou o Centro Hospitalar do Oeste a adquirir papel higiénico.

Vem do tempo do dr. Salazar esta obsessão de ter o Ministério das Finanças em particular, e o Governo em geral, a micro-controlar todas as despesas do Estado.
Também valha a verdade que foi desta forma simples que o dr. Salazar conseguiu eliminar, em poucos meses, o défice crónico do Estado. Antes dele, o regabofe era total.
Tem que ser o ‘dr. Salazar’ só Salazar provocava engasgo da palavra. Deve ser à la mode, até já aparece ‘governo impopular’ em vez de ditadura, pouco falta para governo da extrema direita e prontus.
De resto, não é por ser 229 mil euros é por ser popularuchada de material WC.
já demitiram o ex-assessor no DR
Provavelmente a questão é o ‘plurianual’.
Em todo o caso deveria haver uma fórmula que a partir dos cús projectasse o consumo de papel permitindo autonomizar estes negócios’.
Talvez receitando a prisão de ventre até as finanças ou alguém obsequioso enfim libertar o papel cativado.
Se virmos bem a coisa, a obstipação até já é uma forma de “cativação”…
Possivelmente o centro hospitalar já passou a verba ou está sobre supervisão por “mau comportamento”.
Agora percebo porque é que o papel higiénico esgotou quando foi a pandemia.
Nessa portaria o Decreto-lei mais recente que é referido é o Decreto-Lei n.º 99/2015, de 2 de junho, onde refere necessidade de aprovação de encargos plurianuais. É uma prática bastante antiga, “referendada” pelo governo da época e mantida quer pela geringonça quer pelo governo actual.