Também a Associação dos Oficias da Forças Armadas” já se manifestou, em comunicado( cito de cor) – ” …tudo faremos por meios democráticos para obstar a que este governo penalize… etc (o mesmo objectivo dos Praças”… Ora, como o “democrático” afasta a hipótese dum golpe “20 tal do mes tal” preve-se:
– Greve às guerras / Nem mais um militar para para Bosnia, Afeganistão, Libano ( apesar do voluntariado / com recurso a piquetes de guera)/ Levantamentos de rancho / barcos de guerra parados no Tejo/ Aviões nas pistas/ Boicote a mais compra de armamento/ Passagem à reserva cumpulsiva do excesso de Almirantes, Generais/ Não a monabras militares-/ parados nos quarteis…
Que comecem já e “em força”…
A poupança dava para derrotar o inimigo TSU e não calculo quantos mais batalhões…de siglas. Força Camarada o Povo está Contigo.
Eu cá por mim peço a demissão dos praças, dos sargentos e dos oficiais. Portugal precisa tanto das forças armadas que tem, como de uma camada de sarna. Precisamos de uma guarda costeira bem equipada, que inclua meios aereos, e como temos compromissos internacionais, poderiamos manter tres batalhões de tropas especiais. E depois investimos metade do dinheiro poupado nas forças de segurança que bem precisam. Convido qualquer pessoa a arranjar um pretexto para visitar um dos milhentos quartéis que ainda existem, aí pelas onze da manhã: estão todos nos copos, que por acaso lá até são mais baratos, os oficais nas messes dos oficiais, os sargentos nas messes dos sargentos, e os praças na cantina, porque não têm direito a messe, mas o passatempo é o mesmo. E de caminho acabar tambem com os verdadeiros hotéis de cinco estrelas que são as messes existentes onde uma refeição custa cinco euros, e uma dormida pouco mais, mas apenas para o senhores militares e as suas familias. Isto é uma vergonha, e ainda temos de ouvir os que delapidam o dinheiro dos nossos impostos a fazer rigorosamente nada, protestarem contra a austeridade.
Portugal precisa tanto das forças armadas que tem, como de uma camada de sarna. Precisamos de uma guarda costeira bem equipada, que inclua meios aereos , e como temos compromissos internacionais, poderiamos manter tres batalhões de tropas especiais. Já agora podia ir um pouco mais longe e levar o seu pensamento até ao fim, isto é a Guarda costeira os meios Aereos e os batalhões concessionados á Securitas ou a outra qualquer empresa de uns amigalhaços, e para garantir que não havia prejuízos bastava aumentar mais um ou dois pontos á TSU e o problema estava resolvido. De uma coisa por muito que lhe custe e custa, a si a aos que escreveram sobre isto foram as FA que nos deram a liberdade, liberdade essa que lhe permite escrever sobre elas, mesmo sendo para as atacar.
Olhe sr Oliveira, eu às FA devo muito pouco: cumpri o serviço militar em Angola, de onde regressei em meados de 1975, e quem andava lá onde “o sol castiga mais”, quer dizer na porrada, eram os milicianos, porque estes que agora se queixam não saíam do ar condicionado. Tambem vi as FA libertadoras em 1975 ajudarem o PCP a roubar a propriedade alheia, e imporem aos partidos politicos um pacto MFA-Partidos, que serviu para atrasar este país mais de 30 anos, atraso de que ainda não recuperámos. E depois vi na noite do 25/11/75 o Jaime Neves comandar um grupo de Comandos pertencentes à respectiva Associação, e que na sua maioria já não estavam no activo, porque como sabemos uma parte substancial do RC nessa época já estava imbuída do “espirito do MFA”.(Otelo para JN: Jaiminho, os teus homens já não confiam em ti, lembram-se?) De FA já tenho a minha conta e se fizeram o 25 de Abril, tambem sustentaram o regime do Salazar durante 50 anos. Não me fazem falta nenhuma! Se o sr Oliveira quer entregar a guarda costeira à Securitas, é problema seu, eu não falai nisso. PS O sr Oliveira por acaso não será membro das FA?
Olhe Sr. Alexandre eu no sentido em que vc fala não lhes devo nada. Mas vamos lá a ser coerentes , sustentaram o regime do Salazar durante 50 anos diz o Sr. no seu post , depois diz Também vi as FA libertadoras em 1975 ajudarem o PCP a roubar a propriedade alheia, e imporem aos partidos políticos um pacto MFA-Partidos , que serviu para atrasar este país mais de 30 anos, atraso de que ainda não recuperámos. Convêm não esquecer que houve um revolução feita por eles (militares), mas culpa-los pelo estado em que nos encontramos é esquecer quem nos trouxe até aqui e nos tem “governado”, ou se tem “governado” durante esses 30 anos de que fala e esses tem outro nome que não Forças Armadas, e se calhar com o seu votozinho não foi???. Quanto ao eu ser Militar, não sou, mas se fosse teria muita honra nisso, ou acha que ser militar é sinonimo de menoridade ou vergonha???. Quanto á bravata de que esteve lá “longe onde o sol castiga mais”, se calhar até lhe dá jeito para contar umas bravatas em família , é mais uma que fica a dever aos militares.
É caso para dizer que a crise chegou aos mercados. O mercado do Bulhõee, por este andar, está fecundado (a ribeira já fechou). As restantes praças – de Tavira, Quarteira, Forno do Tijolo, Alvalade, Sesimbra, Peniche etc. e tal -, se não olharem bem para a Bandeira Nacional, correm o risco de não levantarem o pau nem com o hino nacional a tocar na vitrola. E sem pau não há pesca. Recordo que a pesca por arrastão está proibida.
Militares que deviam ter vergonha.
Pois. A coisa está de tal ordem que até o AJJardim fala em decoro.
ahaha brilhante! :p
Como é que a Associação das Rotundas se havia de rebelar se a Associação dos Rotundos continua impávida e serena?
Também a Associação dos Oficias da Forças Armadas”
já se manifestou, em comunicado( cito de cor) – ” …tudo faremos por meios democráticos para obstar a que este governo penalize… etc (o mesmo objectivo dos Praças”…
Ora, como o “democrático” afasta a hipótese dum golpe “20 tal do mes tal” preve-se:
– Greve às guerras / Nem mais um militar para para Bosnia, Afeganistão, Libano ( apesar do voluntariado / com recurso a piquetes de guera)/ Levantamentos de rancho / barcos de guerra parados no Tejo/ Aviões nas pistas/ Boicote a mais compra de armamento/ Passagem à reserva cumpulsiva do excesso de Almirantes, Generais/ Não a monabras militares-/ parados nos quarteis…
Que comecem já e “em força”…
A poupança dava para derrotar o inimigo TSU e não calculo quantos mais batalhões…de siglas.
Força Camarada o Povo está Contigo.
Deve ser mesmo isso que os Oficiais vão propor, Amendes.
Eu cá por mim peço a demissão dos praças, dos sargentos e dos oficiais. Portugal precisa tanto das forças armadas que tem, como de uma camada de sarna.
Precisamos de uma guarda costeira bem equipada, que inclua meios aereos, e como temos compromissos internacionais, poderiamos manter tres batalhões de tropas especiais.
E depois investimos metade do dinheiro poupado nas forças de segurança que bem precisam.
Convido qualquer pessoa a arranjar um pretexto para visitar um dos milhentos quartéis que ainda existem, aí pelas onze da manhã: estão todos nos copos, que por acaso lá até são mais baratos, os oficais nas messes dos oficiais, os sargentos nas messes dos sargentos, e os praças na cantina, porque não têm direito a messe, mas o passatempo é o mesmo.
E de caminho acabar tambem com os verdadeiros hotéis de cinco estrelas que são as messes existentes onde uma refeição custa cinco euros, e uma dormida pouco mais, mas apenas para o senhores militares e as suas familias. Isto é uma vergonha, e ainda temos de ouvir os que delapidam o dinheiro dos nossos impostos a fazer rigorosamente nada, protestarem contra a austeridade.
Portugal precisa tanto das forças armadas que tem, como de uma camada de sarna.
Precisamos de uma guarda costeira bem equipada, que inclua meios aereos , e como temos compromissos internacionais, poderiamos manter tres batalhões de tropas especiais.
Já agora podia ir um pouco mais longe e levar o seu pensamento até ao fim, isto é a Guarda costeira os meios Aereos e os batalhões concessionados á Securitas ou a outra qualquer empresa de uns amigalhaços, e para garantir que não havia prejuízos bastava aumentar mais um ou dois pontos á TSU e o problema estava resolvido.
De uma coisa por muito que lhe custe e custa, a si a aos que escreveram sobre isto foram as FA que nos deram a liberdade, liberdade essa que lhe permite escrever sobre elas, mesmo sendo para as atacar.
Deram-nos …
“Mas quem dá e tira (1) ao inferno vai parar”
(1) Ameaças veladas! Vindas de quem vêem… adeus ou liberdade! Ou já se esqueceu do COPCON/ FP 25 Abril?
Olhe sr Oliveira, eu às FA devo muito pouco: cumpri o serviço militar em Angola, de onde regressei em meados de 1975, e quem andava lá onde “o sol castiga mais”, quer dizer na porrada, eram os milicianos, porque estes que agora se queixam não saíam do ar condicionado.
Tambem vi as FA libertadoras em 1975 ajudarem o PCP a roubar a propriedade alheia, e imporem aos partidos politicos um pacto MFA-Partidos, que serviu para atrasar este país mais de 30 anos, atraso de que ainda não recuperámos.
E depois vi na noite do 25/11/75 o Jaime Neves comandar um grupo de Comandos pertencentes à respectiva Associação, e que na sua maioria já não estavam no activo, porque como sabemos uma parte substancial do RC nessa época já estava imbuída do “espirito do MFA”.(Otelo para JN: Jaiminho, os teus homens já não confiam em ti, lembram-se?)
De FA já tenho a minha conta e se fizeram o 25 de Abril, tambem sustentaram o regime do Salazar durante 50 anos. Não me fazem falta nenhuma!
Se o sr Oliveira quer entregar a guarda costeira à Securitas, é problema seu, eu não falai nisso.
PS O sr Oliveira por acaso não será membro das FA?
Olhe Sr. Alexandre eu no sentido em que vc fala não lhes devo nada. Mas vamos lá a ser coerentes , sustentaram o regime do Salazar durante 50 anos diz o Sr. no seu post , depois diz Também vi as FA libertadoras em 1975 ajudarem o PCP a roubar a propriedade alheia, e imporem aos partidos políticos um pacto MFA-Partidos , que serviu para atrasar este país mais de 30 anos, atraso de que ainda não recuperámos. Convêm não esquecer que houve um revolução feita por eles (militares), mas culpa-los pelo estado em que nos encontramos é esquecer quem nos trouxe até aqui e nos tem “governado”, ou se tem “governado” durante esses 30 anos de que fala e esses tem outro nome que não Forças Armadas, e se calhar com o seu votozinho não foi???.
Quanto ao eu ser Militar, não sou, mas se fosse teria muita honra nisso, ou acha que ser militar é sinonimo de menoridade ou vergonha???.
Quanto á bravata de que esteve lá “longe onde o sol castiga mais”, se calhar até lhe dá jeito para contar umas bravatas em família , é mais uma que fica a dever aos militares.
É caso para dizer que a crise chegou aos mercados. O mercado do Bulhõee, por este andar, está fecundado (a ribeira já fechou).
As restantes praças – de Tavira, Quarteira, Forno do Tijolo, Alvalade, Sesimbra, Peniche etc. e tal -, se não olharem bem para a Bandeira Nacional, correm o risco de não levantarem o pau nem com o hino nacional a tocar na vitrola. E sem pau não há pesca. Recordo que a pesca por arrastão está proibida.