
(créditos: foto daqui)
A notícia de que o PCP, à semelhança de qualquer mau patrão capitalista, não cumpre as suas obrigações para com os trabalhadores ao seu serviço não é nova, não obstante ser lamentável que um partido que se reclama dos trabalhadores e está sempre a atacar as grandes empresas, os capitalistas, o patronato em geral, de cada vez que tem um problema laboral com os seus próprios trabalhadores se remeta ao silêncio.
Com o património imobiliário que tem, beneficiando de isenções fiscais que há muito deviam ter terminado em relação a todos os partidos políticos, recebendo as subvenções a que por lei tem direito e com os lucros que também obtém da sua actividade empresarial, o mínimo que seria de esperar era que não se comportasse da maneira que o faz, fugindo às suas responsabilidades, não pagando contribuições obrigatórias por lei, de valor irrisório, e fazendo propostas manhosas, de “legalidade duvidosa”, como referiu o advogado da queixosa.
Em suma, prejudicando quem para si trabalhou, mostrando falta de seriedade e de carácter, comportando-se como um desses vulgares caloteiros que contratam mão-de-obra no exterior em regime de semi-escravidão a redes mafiosas para também não terem responsabilidades, não fazendo os descontos devidos, não pagando o que deve, prejudicando os trabalhadores e o Estado.
E se as coisas funcionam assim em relação a uma ex-dirigente que até foi deputada, agora imagine-se como será o tratamento em relação a outros trabalhadores de estatuto inferior. Aos que não têm voz, “às vítimas da fome” que não têm um Garcia Pereira que os defenda.
Enfim, olhando para este caso também se percebe o incómodo que é dizer alguma coisa sobre a situação dos trabalhadores na China ou em Macau e a ausência de direitos – como o direito à greve ou à contratação colectiva, por exemplo – que em Portugal são considerados sagrados pelo PCP e vistos como “conquistas irreversíveis dos trabalhadores”. É, irreversíveis dos trabalhadores dos outros, não dos deles.
Por isso a luta é contra o roubo e a exploração dos trabalhadores dos patrões vizinhos, não dos próprios. É bom que no Brasil também o saibam.
Uma miséria.

É tempo de acabar com o PCP na governação.
O quer dizer com isso?
Há gente do PCP no governo?
Ou quer anular todas as leis votadas pela PCP? Mas o PCP nunca teve a maioria e as leis teriam que ser votadas por outros partidos.
A não ser queira fazer como foi feito aos judeus na idade média e no regime nazi na Alemanha.
Nesse caso tem de arranjar maioria para haver pena de morte em Portugal.
E também pode ser que o Marques Aarão não esteja bom da cabeça e sem cura médica para a doença.
Quem não entende ironias não deve estar muito bom da cabeça.
A não ser queira fazer como foi feito aos kulaks, à burguesia e os aristocratas no século passado no regime Comunista na União das Republicas Socialistas Soviéticas e em outros paraísos Socialistas.
E à maioria parlamentar que o PC detém dizer não.
“E à maioria parlamentar que o PC detém dizer não” ????
Ah!! foi por causa do PC dizer não ao orçamento que houve eleições e saiu esta maioria parlamentar e por isso as leis são do PC. ?????
Mas o PSD também votou contra o orçamento, em que ficamos?
Já lhe respondi acima.
« De pé, ó vítimas da fome! De pé, famélicos da terra! Da ideia a chama já consome. A crosta bruta que a soterra. Cortai o mal bem pelo fundo! De pé, de pé »
«E o sol brilhará para todos nós! Ergue da noite, clandestino, À luz do dia a felicidade, Que o novo sol vai nascendo. Em nossas vozes vai crescendo
Previsão da votação no pcp nas próximas eleições: 2,5 %….? 1,5% ?
Uff!!, téquenfim
Agora só falta o PS e logo se verá alguns do PSD.
Este caso, e já houve outros, é uma boa encomenda.
A questão é por ser no PCP, que chatice.
Imagine-se o PCP, que até dizem que manda nos organismos do Estado, conseguisse arranjar umas Reformas para os seus camaradas sem ter havia descontos, que grande bronca que seria.
O PCP bem podia, como p.ex. arranjar no Rossio uns documentos “autênticos” vindos de Angola, e prontus estava tudo bem e não se fala mais nisso.
A questão é igual em todos os partidos, os jovens começam com entusiasmo a fazer algumas tarefas nos partidos e com o tempo alguns atém ficam como funcionários. Veja-se Pedro Pinto do PSD desde jovem no partido, até apresentava como profissão Deputado.
Dar porrada no PCP, está sempre a jeito e dá votos.
Como é que Sérgio Almeida Correia se mete nisto.
Desde que foi revelado que as imperiais vendidas na festa do Avante estavam isentas de IVA, que me apercebi que, de facto, a clandestinidade nunca deixou de correr nas veias do PCP. Esta notícia, vergonhosa, confirma-o.
Paulo Sousa está mal informado, não paga iva as imperais e em tudo o mais.
Mas não é só na festa do Avante, é assim em todas as festas organizadas por partidos políticos.
Também as festas do PSD no Chão da Lagoa (Madeira) e no Pontal, e na sardinhada da IL em Lisboa.
Fiquei sem saber se o anónimo concorda com a isenção das imperais do Avante, mas discorda com as do PSD ou da IL (como se tivessem alguma comparação em termos de metros cúbicos de cerveja vendidos), ou o que pensa sobre a pulhice que estão a fazer a uma trabalhadora que, devido a problemas de saúde, precisa se sair mais cedo do mercado de trabalho.
Sabia que o incumprimento do PCP pode ser ultrapassado com a entrega à Segurança Social dos valores em falta? Entre os direitos dos trabalhadores e o vil metal, qual é a escolha do PCP?
Talvez achassem que a referida senhora, por convicção ideológica, deveria abdicar dos seus direitos… não me desiludem, simplesmente porque nunca me iludiram.
PS: Não entregar os descontos devidos à Seg. Social, além de imoral, é criminoso. Se fosse um capitalista pato bravo seria normal. Assim é natural. Encha-se de moscas seu pau mandado.
Pois, pois tanto o PCP, como o PSD e a IL estão em guerra com a AT por causa do IVA, por os partidos estarem isentos de IVA, e lá por umas minis para a IL não é aceite a reclamação
A questão da funcionária sendo o assunto como é apresentado tem a IGT e a SS para apresentar queixa, mas para as coisas chegarem a esta posição haverá outras intrigas para dar tanta preocupação na defesa do trabalhador explorado pela entidade patronal sem fins lucrativos e citadina. Sacuda-se de tretas, as cassetes riscadas já nem nas feiras se vendem.
pZp, pZp, pZp, pZp, pZp.
A nossa força, é a força que os trabalhadores nos dão. Nem que seja à força da nossa força.
Grandes Fdp’s (fanáticos dos popós)
Sérgio de Almeida Correia está armado em PCP, não publica comentários que lhe incomode.
Qual deles, anónimo?
Tenho ideia de queixas de um empregado do bloco, em tempos de mais deputados,
ser dispensado sem consideração com os anos lá dispendidos após a perda de votos e
consequente nr de deputados.Não sei se entretanto resolveu a situação.
“…não obstante ser lamentável que um partido que se reclama dos trabalhadores e está sempre a atacar as grandes empresas, os capitalistas, o patronato em geral, de cada vez que tem um problema laboral com os seus próprios trabalhadores se remeta ao silêncio… “
Quantos sindicatos de trabalhadores existiam ou existem nos países Comunistas?