Oh Ana se tu soubesses o que eu gosto disto. Mas tanto tanto tanto que os tantos não chegam. Pela música, sim. Pelos presuntos, que fizeram parte da minha história. Mas sobretudo pelo que veio ao mesmo tempo que esta canção, ou do que não veio para ser mais correcto 🙂 Obrigado!
Hummm… que mistério, hein, Adofinho? Eu também gosto muito dos Presuntos Implicados e dos Mecano.
Passo a correr só para deixar um beijo para todos, não tenho tido muito acesso à net mas hoje lá consegui. O lançamento do livro é hoje aqui no Rio, parto amanhã para S. Paulo porque é lá amanhã à noite. Talvez em Sampa eu tenha mais facilidade com a net, se tiver dou notícias. Beijos e saudades! 🙂
Um encontro muitíssimo feliz o de hoje, Ana, onde se valorizará a diversidade cultural num dos lugares mais charmosos, inspiradores e cheio de memórias do Rio de Janeiro.
Já me estou a imaginar a passear pela Aléia Barbosa Rodrigues, tirando uma fotografia junto à escultura do memorial Tom Jobim e a beber um moccaccino com um muffin de tâmaras ainda quentinho. 😉
Gosto muito.
A língua castelhana é muito traiçoeira.
Oh Ana se tu soubesses o que eu gosto disto. Mas tanto tanto tanto que os tantos não chegam. Pela música, sim. Pelos presuntos, que fizeram parte da minha história. Mas sobretudo pelo que veio ao mesmo tempo que esta canção, ou do que não veio para ser mais correcto 🙂
Obrigado!
Hummm… que mistério, hein, Adofinho? Eu também gosto muito dos Presuntos Implicados e dos Mecano.
Passo a correr só para deixar um beijo para todos, não tenho tido muito acesso à net mas hoje lá consegui. O lançamento do livro é hoje aqui no Rio, parto amanhã para S. Paulo porque é lá amanhã à noite. Talvez em Sampa eu tenha mais facilidade com a net, se tiver dou notícias. Beijos e saudades! 🙂
Beijo e felicidades para todo o périplo que ainda tens pela frente.
Hum… que bom que isto é!
Um encontro muitíssimo feliz o de hoje, Ana, onde se valorizará a diversidade cultural num dos lugares mais charmosos, inspiradores e cheio de memórias do Rio de Janeiro.
Já me estou a imaginar a passear pela Aléia Barbosa Rodrigues, tirando uma fotografia junto à escultura do memorial Tom Jobim e a beber um moccaccino com um muffin de tâmaras ainda quentinho. 😉
Bjs