Que silêncio. Devo ser a única pessoa acordada nesta casa. Ficava-me bem fazer umas profundas considerações sobre o ano que começa. Ficava, mas não vou fazê-las. Não quero considerar.
Vou, antes, deixar aqui um vídeo. Este tenor napolitano, Marco Beasley, tem a voz mais mediterrânica que já ouvi. Quando ele canta, é toda a Europa do sul que acorda e dança nos claustros da nossa memória comum.
E, se gostaram, ouçam-no com Pino de Vittorio, com quem forma o ensemble Accordone, na belíssima canção Stu pettu è fattu cimbalu d’ amori.

Ah, como eu gosto de vozes mediterrânicas. Da ideia e do som.
E esta é muito boa.
Lindo, não é, Ana?
Lindo.
Les beaux esprit se recontrent… foi um gosto e volta a sê-lo. Merci. ccordone/
http://www.etudogentemorta.com/2011/02/a
É mesmo, Eugénia!
Engraçado: postei n’ A Ronda a canção a que me refiro, com a impressão de a ter visto postada algures. Era, afinal, nos mortos que entristeceram.
Muito merci digo eu 🙂