Em que ficamos? (2)


Adolfo Mesquita Nunes,

O seguro morreu de velho ou, afinal, para petiscar é preciso arriscar?

14 comentários em “Em que ficamos? (2)”

  1. Desde que se saiba interpretar, mas sobretudo, levar à prática a subtilíssima arte de se saber abrir a porta sem a fazer ranger, não há motivos para grandes preocupações, nem nenhumas, aliás.

      1. Pode ser, coincidência aproximativa, quiçá.
        Se entender como plágio, faça o favor de me mostrar.
        Mas na dúvida e na previsibilidade de indesejáveis conflitos futuros, substitua-mo-la por outra.
        “Desde que se possua arte e habilidade para se ver sem ser visto a ver”
        Não! Essa se bem que pouco conhecida, não é totalmente desconhecida.
        Uma de minha lavra, Assim sim! Segurança assegurada. Cá vai.
        ” Desde que se utilize a subtilíssima arte de entrar de mansinho, assim a modos de quem apalpa avaliando para ver no que é que isso dá”

        Também escrevo e edito, e sentir-me-ia sobremaneira desagradado ver-me plagiado

    1. Como disse à Patrícia, arriscar é um verbo que gosto de conjugar na hora de acetar desafios. Vamos lá e a coisa faz-se. Mas não me deixo ficar, uma vez aceite o desafio, pela arte de arriscar 🙂

      1. Pois gostava de ser como tu, porque eu cá é arriscar e depois logo se vê, seja o que Deus quiser. Por vezes corre bem, outras nem por isso, se for honesta não me posso queixar muito (apesar do alinhamento dos planetas que, pelos vistos, não joga a meu favor, mas who cares?) beijos arriscados

      2. Engraçado. Eu, depois de arriscar, nunca dou o desafio por certo ou alcançado. Ao contrário, o que me motiva é não o ter como seguro, é saber que ele continuará a ser um outro desafio, em que será necessário arriscar.
        Já me estampei algumas vezes. Mas naquelas em que tal não aconteceu, que deliciosas surpresas tive, tenho e, espero, terei.
        É por isso que a política não me atrai. Não tem risco. Só tem jogo… que se ganha por acaso ou por malabarismo. Raramente por inteligência, por prazer puro do risco. Não invejo tal monotonia!

        1. O que eu quis dizer, Helena, foi que uma vez aceite o desafio, não deixo a coisa à sorte, arriscando sem mais. Aceite o desafio, assumido o risco, há depois que dar o litro para que a coisa dê certo e até que surja outro desafio. Ou seja, o arriscar permanente, estilo lassiez faire, não me atrai muito.

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