Reflexões europeístas revisitadas:
3. Inflamar os nacionalismos é acender um rastilho de proporções impensáveis.
4. Não podemos fechar as fronteiras nem travar a torrente globalizadora.
5. O espaço europeu é inseparável da democracia política.
6. A União Europeia deve ampliar-se para lá do perímetro do continente europeu? E até onde?
7. A União Europeia pode ser construída sem europeus?
8. Ou haverá estado social dentro da Europa ou não haverá estado social de todo.
11. É com a Europa que sairemos da crise – jamais contra a Europa.
12. A Europa hoje novamente desunida necessita de uma verdadeira refundação.


Neste dia em que pelo menos determinadas opiniões políticas ao serem expressas pode ser penalizadas, dando lugar ao delito de opinião e nesse domínio a Constituição de Portugal está suspensa, eis algumas boas reflexões alternativas…
Grato pelas suas palavras, Carlos. Uma vez mais. Delito de opinião, por cá, só mesmo no nome do blogue. Diga o anacrónico legislador o que disser.
Grande série, Pedro. Pensar a Europa: era o que se esperava da campanha. E não cerejas e carapaus.
Obrigado, Rui. Quanto mais a Europa está presente no nosso quotidiano e é chave do nosso destino colectivo, mais se apaga do discurso político dominante. Algo irónico num país que há três anos escuta os vaticínios mais catastrofistas sobre o futuro europeu.