Qual quê, nada de atenuantes 😉 há uns raros casos em que saber como se escreve é o que menos interessa. Mas em compensação, dava jeito que, noutros, a coisa ficasse mesmo mais curta… seria o caso de INFLAÇÃO, Rui! Infelizmente, já não tem nenhum c a perder…
Paciência…
Em todo o caso, não muita.
Neste mundo, nada se cria e nada se perde. O problema está na transformecção que eles fizeram..
Deviam pagar com língua de palmo, João.
Ohhh.
Se continuar ereto, não me importo que dure menos. Desde que a queda não o deixe mudo.
Vão-se os anéis e fiquem os dedos, Anónimo.
É a disfunção linguística…
Bem visto, João.
Qual quê, nada de atenuantes 😉 há uns raros casos em que saber como se escreve é o que menos interessa.
Mas em compensação, dava jeito que, noutros, a coisa ficasse mesmo mais curta… seria o caso de INFLAÇÃO, Rui! Infelizmente, já não tem nenhum c a perder…
É também o caso do 13º mês, Laura. Já quase não tem nada para perder.
Com a queda da consoante muda prevista no acordo ortográfico, erecção vai ficar mais rápida de concretizar.
Oralmente não há alterações.
Valha-nos ao menos isso, Paulo.
Não há dúvida, Paulo. De facto, qualquer questão tem vários ângulos de análise.
É a crise, Rui. Espero que não se vá também a qualidade atrás da quantidade…
A crise afecta tudo, Ana. Como alguém diz são tempos em que se desce na vida a pulso.
ups! 😉
O que vale é que também a deceção é mais curta, Rui.
Não tenho a certeza de que este seja um assunto em que o tamanho da deceção importe, Eduardo.