Em 24 horas tinham um acordo, garantiam…


escafandro,

E, todavia, 48 horas após o referendo surgiram em Bruxelas sem propostas. Amanhã, juram eles agora. Como dizia o advogado interpretado por John Cleese ao gago interpretado por Michael Palin em Um Peixe Chamado Wanda: «Plenty of time.»

0 comentários em “Em 24 horas tinham um acordo, garantiam…”

  1. Vendo bem, por aqui nem artigo têm… parece um apontamento de um miúdo de 12 anos, após ter lido com algum discernimento os jornais da praxe…correio da manhã, público, jornal de notícias… nada de novo!

    1. Por aqui, destila-se ódio à Grécia. Por incrível que pareça não se apela à paz, mas à guerra de palavras e desdém aos gregos. Lamento que assim seja porque o que acontecer aos gregos, acontecer-nos-á a seguir. Aqui, só se vê o agora e esquece-se o amanhã que não nos trará nada de bom, se a Grécia deixar de fazer parte desta união de desunidos.

  2. Veja bem, José, o grande problema que encontra sem referir que Tsipras, Hollande, Juncker e Merkel estiveram reunidos antes disso.

    Por favor, não necessita ir tão longe por causa da vitória do Não.

    1. Hollande não é camarada nosso? Então e, já que o Tsakalotos foi incapaz de apresentar fosse o que fosse, ele não podia ter feito o jeito de escrevinhar uma proposta em nome do Syriza que agradasse a todos, incluindo o Varoufakis?

    2. http://www.france24.com/en/20150704-talking-europe-dalia-grybauskaite-president-lithuania-greece-russia-putin-nato

      Se lessem e ouvissem outros meios que não fosse os nacionais percebiam o que é que se passa no Eurogrupo. Esta entrevista é uma de dezenas que nos últimos tempos, desde o inicio das negociações sérias, têm passado em outros meios. A UE está mais que preparada para o grexit (pelo menos há 5 meses), a divida grega está nas mãos dos Estados que DEMOCRATICAMENTE eleitos (não é só o Syriza dos + 50 deputados) têm noção do que fizeram, para o que foram mandatados, o que querem, e o que esperam da Europa, da UE e do Euro.

      Submeterem-se a chantagens de incumpridores, bancarroteiros e inexperientes maldizentes não. Isto tem estado mais que claro. Os gregos infelizmente confiaram em activistas o poder político. Existe uma diferença grande entre um activista político (muito como os nossos BE´s e afins) e um político eleito. O primeiro não sente nem quer sentir na pele o que é uma decisão, as suas palavra valem pouco, já o segundo as suas palavras e atitudes vão ser reflectidas em milhões sem volta a dar e muito pouco dadas a experimentalismos. É esta a diferença. Toda o transpirar de “garotos” falta de “maturidade” traduz isso mesmo.

  3. Marxistas a cavar a sepultura de um país:

    “There are four main factors that compel professionals from all industries to consider leaving. First is the lack of meritocracy and the corruption in the country, mentioned by 37 percent of those interviewed for the ICAP study. Second is the absence of suitable jobs (35 percent): Greece has one of the highest unemployment rates for young people with tertiary education in the EU. Others quote the economic crisis and the need to seek better development prospects (each mentioned by 33 percent of respondants).

    http://www.zdnet.com/article/its-a-graveyard-the-software-devs-leaving-greece-for-good/

    Agora ainda vai ser pior.

  4. Então mas o Tsakatotolotos não apresentou devidamente as suas anotações, escritas em inglês e num bloco de papel do hotel, na reunião dos ministros das Finanças da zona euro?!

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