Elas, eles e as máscaras


Pedro Correia,

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Diálogo entre duas mulheres em férias algarvias:

– A minha máscara cheira a merda.

– Credo! Porque é que não a deitas fora?

– Era o que faltava, andar a comprar máscaras. Tenho muito mais em que gastar o meu dinheiro.

 

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Diálogo entre dois homens em férias algarvias:

– Ontem, ali no urinol, mijei na máscara. Levava-a na mão, estava distraído e não reparei.

– E o que fizeste?

– Tive que a pôr na cara mesmo assim. Sabes que eles não nos deixam andar sem máscara aqui no hotel.

– Mas não a lavaste antes?

– Olha, nem me lembrei disso.

38 comentários em “Elas, eles e as máscaras”

  1. Faz lembrar aquela das instruções de como vestir uma cuecas. Castanho para trás e amarelo para a frente. Os vírus arredam-se logo e vão à vidinha deles. Não falha.

  2. A vista geral que a seguir me atrevo a ativar aqui, nada fica a dever aos episódios de máscara a cheirar a merda, mijar-lhe em cima e vesti-la sem lavar as mãos.

    (EM)BARAÇOS DA MEADA
    Parte 1:
    -Analfabeto letrado a alinhavar palavras tão adornadas como ocas.
    -Será tão ignorante ao ponto de não saber que não se vota em governos?
    -O 1º magistrado esqueceu-se de aconselhar que os portugueses votem noutro presidente, a caridade melhor exercida começa em causa própria.
    -Não lhe compete alinhar, e muito menos tomar partido em crises políticas. Se não sabe, leia a constituição e aprenda qual é o seu lugar e a obrigação de as resolver de forma isenta, transparente e eficaz.
    -No seu estado natural deve ser o único presidente do mundo que não o devia ser,
    quando acossado legitimamente por uma portuguesa em publico comportou-se como um rasca regateiro.
    -Um mascarado que nem precisava de máscara para fazer o papel.
    -Se Sua Excelência está a falar de sectores não democráticos no nosso país, obriga-se desde já a identificá-los claramente.
    -O alto cargo que ocupa não lhe permite, mesmo que por omissão, ser conivente com quem na sua opinião pretende atropelar a democracia, afinal do que é que Vexa é garante?
    -Porque não se cala? Sobre as barracadas do Costa nunca abre o bico.
    -Carpideira das desgraças nada mais sabe fazer do que atrapalhar com as suas aparições, chorando lágrimas de crocodilo no momento de pesar dos sofredores atingidos.
    – Quando lhe desculpa, e mais do que isso, leva ao colo um governante postiço, de braço dado com todas as manipulações e tragédias que transportam, não é um mero e acobardado apoiante, é muito pior, um sinistro e envolvido cúmplice.
    Parte 2:
    -Acabo de o ouvir o mais ato magistrado da Nação em noticiário, se bem entendi, a tecer fortes críticas à DGS a propósito da Festa do Avante.
    -De caminho em forma de ricochete, atirou certeiramente no nosso primeiro afastando do horizonte a crise política desenhada por este, em mais uma manhosa manobra de diversão.
    -Quem nomeia e tutela a Direcção Geral de Saúde terá que ser questionado ao nível do ministério ou do próprio chefe do governo.
    – Finalmente chegou o presidente?
    Parte 3:
    -Ao que isto havia de chegar! Se qualquer cidadão pretender ir à festa só saberá as regras se o partido entender divulgá-las.
    -Lembrar à Sra. directora que não se trata de um empresário a solicitar parecer técnico com regras para a instalação de uma fábrica de entortar bananas, ou de uma edificação para produção de água a ferver
    -Este tipo de situações ao não envolver publico interessado ou participante fica à margem de decisões e consequências associados.
    -Coisa diferente, que não pode ser encaixada no seu afunilado critério de observação, é um evento com portas abertas, por mais que o acesso seja controlado.
    -É assustador que um organismo na esfera do estado se permita actuar com a mesma bitola de apreciação para uma situação puramente económica, publica ou privada,
    com uma outra sem qualquer semelhança que pode sobretudo agravar uma situação de saúde publica já de si preocupante
    Parte 4: Apetece perguntar se alguém ao lado ou acima lhe promoveu e apadrinhou ideia tão disparatada, e a ser assim será imperioso saber quem.
    Parte 5: Ou poderá tratar-se de uma acção no mais alto patamar do conluio, com Costa a mais uma vez vergar Marcelo?

  3. Quer dizer… bem.
    Lembra a anedota do tipo que queria passar com o TIR num túnel cuja altura máxima era para ligeiros, e não havia problema porque não estava lá polícia.

  4. Essa mulher sem querer acaba por inventar uma máscara eficaz para detectar infecções.
    Máscaras a cheirar a merda. Se a pessoa deixasse de cheirar é porque estava infectada.
    Não será melhor registar a patente?

  5. O ser Humano cheira mal por natureza, e por isso a beleza da vida é não nos importarmos com o nosso cheiro.
    Registo alguma discriminação, pois a mascara da mulher cheira a merda e a máscara do Homem cheira a mijo.
    Venha o Diabo e escolha!!!

    João Abelho

    1. Eu que o diga, pois já me fartei de tomar banho todos os dias, agora uma vez por mês chega, quem gosta, gosta,quem não gosta, que ponha a máscara.

  6. Ainda esta semana entrou no meu prédio um colaborador de uma empresa de telecomunicações e quando me viu soltou um palavrão, questionei o mesmo e ele respondeu-me: Se me esquecer de vestir cuecas ninguém sabe e não tenho que voltar a casa, agora como me esqueci da máscara tenho que voltar atrás…

  7. Caga o cu mais alvo merda pura:
    Pois se é isto o que tanto se namora,
    Em ti mijo, em ti cago , oh formusura!

    Cagando estava a dama mais formosa,
    E nunca se viu cu de tanta alvura;
    Mas ver cagar, contudo a formosura
    Mete nojo à vontade mais gulosa!

    -Abade de Jazente-

  8. AINDA DA VISTA GERAL
    Põe a máscara tira a máscara.
    Que crédito pode merecer uma DGS que passadas umas horas de afirmar que não publica, o PCP que o faça se quiser, nos vem dizer que vai publicar por se tratar de um situação excecional.
    Para uma maleita que nos consome faz tantos meses, descobriram em ultima hora e num estalar de dedos a gravidade e particularidade do risco para a saúde publica.
    A alegação de que se trata de um parecer meramente técnico ultrapassa todos os limites da decência perante uma séria ameaça de doença generalizada com resultado fatal para parte considerável da população.

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