Apesar de muitos amigos meus fazerem compras a estes cavalheiros, eu nunca o fiz. E se já tinha má impressão destes tipos, agora reforcei a ideia. Saber que o seu dinheiro e os seus lucros serviram para sustentar uma corja de torcionários e corruptos, predispondo-se a esquemas de pagamentos manhosos e ao uso de prisioneiros políticos da ex-RDA como mão-de-obra, não abona muito a favor da tão propalada seriedade sueca. Afinal qual é a diferença entre esses métodos usados na Roménia e alguns mais típicos de certas regiões da Europa do Sul? Fico à espera de conhecer a forma como se irão redimir do seu passado (não muito distante).
Eficácia sueca
Sérgio de Almeida Correia,


Eu também compro tudo na loja do chinês.
E eu a pensar que nós por cá éramos os primeiros nessas coisas… eles pelo menos ainda criam exportam e lucram…
Se se quer fazer negócios com ditaduras – e não só – na mais parte das vezes tem de se pagar a “taxa”
E agora com o estadio de desenvolvimento do Estado Moderno o poder arbitrário vem não de faltarem leis mas de existirem muitas. E um burocrata escolhido decide qual e a quem aplicar.
Resta uma pergunta: será que noutro post iremos ver um protesto contra o embargo Americano a Cuba?
O embargo americano a Cuba é uma estupidez. Com barbas.