Deixou de se discutir a privatização da RTP para se começar a discutir a estatização da imprensa.
Efeitos secundários patuscos da «geringonça»
escafandro,
Deixou de se discutir a privatização da RTP para se começar a discutir a estatização da imprensa.
25 DE ABRIL (para), SEMPRE! 🙂
Por mim, tudo bem. Este ano até haveria 366 dias 25 de Abril. E como o Natal é quando um homem quiser, pode perfeitamente ser celebrado em Abril. Não sei é se os sindicatos aceitarão perder o 1º de Maio.
“Há por aí frequentes queixumes de que não temos por cá informação completa. Nada, porém, do que de verdadeiro se passa e que ao público interesse deixa de ser trazido ao conhecimento dele.
Mas não é informar bem o público deitar mão a todos os mexericos, a todas as intrigas, a todas as fantasias, ouvidas nas mesas dos cafés ou a algum intrujão imaginativo, para as lançar cá para fora como grandes e sensacionais revelações”.
É de ir às lágrimas.
Como soi dizer AJJardim, é preciso ter “córage”…
E foi assim que eu aprendi a ser feliz..;-)
O Costa tem sempre a Quadratura à disposição e o Centeno vai andar ocupado com o Eurogrupo mas o Santos Silva é capaz de apreciar fazer a nova versão do excelso programa para que remete a sua citação.
Sinto uma inquietação crescente.
A questão do terrorismo, pelos atentados e pela consequente invasão maciça de refugiados (questão agravada pelas desastradas e sucessivas intervenções ocidentais no médio oriente, convém não esquecer), parece estar a servir de pretexto para um preocupante assalto aos direitos humanos, imagine-se, no coração da Europa!
Estou a pensar na Hungria, na Polónia, mas também na França, na Bélgica…
Pressinto que algo de muito grave pode estar a fermentar.
Por enquanto, é ainda um pressentimento vago (mas persistente).
Oxalá esteja enganado.
Oxalá!
“…questão agravada pelas desastradas e sucessivas intervenções ocidentais no médio oriente, convém não esquecer…”
Não. O colapso do Socialismo Árabe. A ideologia, religião e cultura dos povos no Médio Oriente.
Quanto aos direitos humanos já percebi que não se importa nada com eles.
Ainda bem que assim é. Haja gente que olhe pelo país e não o venda, a torto e a direito.