EDP Cool Jazz, Festival EDP Paredes de Coura, EDP Festival de Música daqui e dali, EDP festivais de música de norte a sul, etc., etc., etc., não é? Pois é. É, mas não vem nas facturas. Afinal, qual é a percentagem de tanta música de Verão que andamos a pagar nas facturas da luz? Alguém sabe?
Mexia é um mãos largas. E nós — que remédio — também somos. Como se não houvesse muito mais gente a precisar de ajuda.

A E.D.P. não passa facturas. Envia a conta da luz numas folhas A4 escritas em brasileiro.
Cumpts.
Tem razão. É verdade.
O que é “Cumpts”? Uma palavra brasileira?
Não é só a EDP. Todas as empresas têm generosos departamentos de publicidade, que gastam rios de dinheiro as mais diversas promoções, e os consumidores pagam esses montantes sem saberem que os estão a pagar.
Interessa-me a EDP. Por todas as razões e mais a publicidade. A EDP está com medo que a gente a troque pela ZON, pela Zara, pelo azeite Gallo ou quê?
Podemos trocá-la por qualquer outro dos fornecedores de eletricidade que estão no mercado. Eu, por exemplo, já troquei (pela GALP, que não financia festivais).
A EDP pela GALP? É uma troca tentadora…
E olhe que é surpreendentemente fácil – faz-se tudo pelo telefone, não se precisa de estar em “bichas” nem de se assinar contratos. Com uma fatura da EDP ao pé, num telefonema de 10 minutos fica tudo feito. A GALP trata dos assuntos com a EDP e com o banco para fazer a transição.
João, melhor mesmo para economizar é trocar a EDP pelo candeeiro a petróleo…
😉
E continuar a pagar festivais?
nem pensar…..
:o)
É dinheiro gasto em mecenato cultural, que (penso eu) o Estado retribui, pelo menos em parte.
Se não houvesse Lei do Mecenato, o Estado cobraria mais uns cobres em impostos e a EDP deixaria de financiar festivais. É uma ideia que o João Carvalho pode dar aos manda-chuvas.