Ecos de Paris


Pedro Correia,

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Como aconteceu o morticínio na capital francesa

 

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Todos os media franceses se mobilizam no apoio ao Charlie Hebdo

 

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O testemunho de Coco, uma cartonista que sobreviveu

 

Willem salvou-se por nunca comparecer nas reuniões de redacção

 

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Editorial do Figaro: «Não nos iludamos. Se a França está hoje na mira dos loucos de Alá, isso já aconteceu noutros países livres e amanhã sucederá o mesmo noutros ainda. No fundo, sob ataque não se encontra esta ou aquela nação: encontra-se um certo modo de vida, um conjunto de determinados valores, uma civilização – a nossa – que estabelece a plena igualdade entre a mulher e o homem, que faz do direito de consciência uma exigência não sujeita a negociação e elege a liberdade de expressão como imperativo absoluto (…) Quando estamos numa guerra é preciso ganhá-la.»

0 comentários em “Ecos de Paris”

  1. A nossa civilização estabelece uma plena igualdade entre a mulher e o homem? Que curioso!
    Um amigo meu que se casou com uma francesa, quando a filha nasceu quis-lhe pôr um apelido da mãe e outro do pai, como é normal em Portugal. Pois a francesa insistiu que não, que a filha deveria ter todos os apelidos do pai e nenhum da mãe, como é tradição em França!
    Já sem contar que nesses países é standard (não sei se por força da lei ou não) uma mulher que se casa adoptar o apelido do marido, mas jamais o oposto…

    1. Nada mais tocante do que esta manifestação de solidariedade de cartonistas franceses face ao brutal assassínio dos seus colegas de expressão artística e jornalística.

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