Se um dia um desconhecido pretender cortar-lhe o salário, temporariamente ou de forma definitiva (hipótese meramente académica, claro), pelo valor correspondente aos subsídios de Natal e de férias, prefere não o receber em:
a) 12 prestações;
b) 14 prestações;
c) é igual, porra, estou bem lixado de uma forma ou de outra.
Responda de forma honesta pois, ao que parece, o presente e o futuro de Portugal dependem desta importantíssima questão.

e) porra.
Mas, Fernando, já viu que não receber em 14 é mais suave? Se calhar, não lhe custava tanto… Veja lá, não quer alterar a resposta?
f) gaita
Pois. Bem me parecia.
d) sessenta meses
Isso é que era bom! Quase nem se notava, não era?
Esta agora, não me consigo decidir. Se calhar prefiro 12, sempre arrumo a coisa mais depressa.
Se tem algumas “provisões”, é a melhor escolha, José. Em menos vezes tem as suas vantagens. Caso contrário, parece que um tipo anda sempre a empobrecer.
Qualquer economista dirá que não é a mesma coisa.
Isso. Meta economistas no assunto e depois queixe-se que fica sem os subsídios e sem o resto.
antecipando e salvaguardando que considero o salario sagrado, e portanto obviamente revoltado face ao roubo, aparentemente, ao menos na hipotese, vamos finalmente ficar um povo homogeno, tipo os exercitos. Ou socorrendo-me de um sinonimo abolido, é o socialismo, a igualdade.
Um exército de pobres, Sos.
“Ó faz sabor”, a modalidade que eu gostaria mesmo, mesmo de escolher era aquela dos funcionários bancários, pode ser?
Ah não, isso não, Luís. É obrigatório empobrecer. O número de prestações é que pode escolher-se.
AAhh!!! Então pode-se escolher a modalidade????
Diz-se que é assim nos países avançados, como a Noruega.
Caro Rui,
Fiz link… e agradeço.
Um abraço.
Eu é que agradeço, Ana Paula (mais uma vez).