E vão cinco


Pedro Correia,

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Vogais e Consoantes Politicamente Incorrectas do Acordo Ortográfico (Guerra & Paz, 2013)

Novo Dicionário da Comunicação (coordenação, Chiado Editora, 2015)

Presidenciáveis (Topbooks, 2015)

Política de A a Z (em co-autoria, Contraponto, 2017)

2017 – As Frases do Ano (Contraponto, 2018)

16 comentários em “E vão cinco”

        1. Ficção? Se a frase que faz a capa não é digna de uma boa ficção então não sei o que será ficção 🙂

      1. Ainda bem!

        É que ao deambular entre prateleiras de lusa literatura senti fugir-me o chão. E saiu o desabafo abaixo, ao lado, algures. E tenho a certeza que não atingirá quem de direito, que a direito corta por torta linha.

        A onestidade, diria mesmo ombridade, que norteou o eliminar das consoantes mudas para que a escrita obedeça ao Modo de Falar deixar-nos-ia a ombros com ercúlea tarefa: descobrir como se leria o agá nas palavras que sobrassem.

        Mas oje o que me chama a atenção é: em tal sanha bem-falante por um Português bem falado e melhor escrito, por que diacho não abateram o ch?
        Este é mesmo o X da questão.
        Pois se o xis eziste, não seria eiscelente deixarmos de usar duas letrinhas quando uma é suficiente, aprossimando-nos assim do Modo de Falar?!
        Não sendo eistemporâno, axo ezequível. Para acabar com as confusões tócssicas.

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