
Vogais e Consoantes Politicamente Incorrectas do Acordo Ortográfico (Guerra & Paz, 2013)
Novo Dicionário da Comunicação (coordenação, Chiado Editora, 2015)
Presidenciáveis (Topbooks, 2015)
Política de A a Z (em co-autoria, Contraponto, 2017)
2017 – As Frases do Ano (Contraponto, 2018)

Imparável!
Mas falta aí a ficção
Vêm mais três a caminho.
Dois deles ainda este ano.
A ficção está em marcha.
👏👏👏
👏👏👏👏
Ficção? Se a frase que faz a capa não é digna de uma boa ficção então não sei o que será ficção 🙂
Uma delas parece ficção, sim. Ficção rasca.
Acho que estamos a falar da mesma 🙂
Eheh. Também me parece.
Posso presumir que todos desrespeitem o acordês?
E não por o confundirem – disso há excesso.
Sim, presume bem. Nenhum deles em acordês. Um deles é mesmo um “panfleto” anti-acordês.
Ainda bem!
É que ao deambular entre prateleiras de lusa literatura senti fugir-me o chão. E saiu o desabafo abaixo, ao lado, algures. E tenho a certeza que não atingirá quem de direito, que a direito corta por torta linha.
A onestidade, diria mesmo ombridade, que norteou o eliminar das consoantes mudas para que a escrita obedeça ao Modo de Falar deixar-nos-ia a ombros com ercúlea tarefa: descobrir como se leria o agá nas palavras que sobrassem.
Mas oje o que me chama a atenção é: em tal sanha bem-falante por um Português bem falado e melhor escrito, por que diacho não abateram o ch?
Este é mesmo o X da questão.
Pois se o xis eziste, não seria eiscelente deixarmos de usar duas letrinhas quando uma é suficiente, aprossimando-nos assim do Modo de Falar?!
Não sendo eistemporâno, axo ezequível. Para acabar com as confusões tócssicas.
Um autor que se lê bem
Que venham mais ao quadrado !
Muito grato, Dulce. Vêm outros três a caminho.
Então…farta-se de escrever. Parabéns.
Ola Pedro,
Nao me lembro do lançamento…
O lançamento é sempre depois, meu caro.
Será dia 26. Mas, naturalmente, darei nota aqui.