É urgente tomar medidas


fiodeprumo,

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O naufrágio da madrugada de domingo, a 70 milhas da costa líbia, constitui uma tragédia de proporções aterradoras. Quer sejam 700 ou 950 os ocupantes da embarcação naufragada, como diz a imprensa e garantem os 28 sobreviventes, o horror permanece.

A resolução deste problema exige, creio, medidas em duas frentes distintas. Umas no destino e outras na origem. No destino urge que a Europa unida tome medidas, porque a Itália não pode arcar sozinha com um problema que respeita a todos nós. Na origem criando condições para que estes seres humanos não procurem uma morte certa. E aqui é mais difícil intervir porque há questões de soberania e de diplomacia que são difíceis de ultrapassar. O que é impossível é continuar a fingir que não vemos este drama.

0 comentários em “É urgente tomar medidas”

  1. O que é que nós temos a ver com isto? Não me digam que temos culpa disto também? Além disso isto é propositado: os líderes islâmicos e os caciques locais há muito que utilizam esta estratégia para alterar a composição demográfica da Europa. Já que se preocupam em não fingir que não vêem, abram os olhos antes que seja tarde. Eles não terão piedade nem clemência, disso podem estar certos.

        1. Não. É a mesma coisa, são imigrantes com o rótulo de refugiados porque sabem que essa etiqueta se articula bem com o complexo de culpa promovido pelos media europeus e pela esquerda bem-pensante. Eles são vítimas da sua própria ignorância, alguns talvez dos seus sonhos certamente, mas sobretudo sabem que estão a ser manipulados por grupos criminosos de diversos tráficos e também influência de líderes religiosos que actuam com a cobertura das autoridades políticas e policiais (ali há pouca distinção entre estas duas).

          Se eu me atirar contra o portão da sua quintinha na Comporta o problema é seu ou é meu?

          O que se passa é que os países de onde eles provêm são bem mais ricos do que a maioria dos países Europeus, sem recursos de qualquer espécie a não ser as suas infraestruturas e o nível de educação da população — e isso está a ser desbaratado porque andamos a pagar com os escassos recursos da segurança social cursos caríssimos para gente que depois vai produzir para Inglaterra e EUA e depois, por vontade de palermas inconsequentes como o tipo da AMI, tínhamos de albergar por dever moral (sabe-se lá em que café da Avenida de Roma povoado pelas criaturas de Opus Dei ele se lembrou desta) a massa dos indigentes, iletrados e ignorantes — empobrecendo todos e, pior, ficando todos sujeitos à democracia numérica dos islamitas. E é por causa disso que isto está a acontecer: porque esta gente é empurrada, por líderes religiiosos, para cima do complexo de culpa dos Brancos. No nosso caso desgraçado, por causa dos retornados que dominam também a comunicação social e impingem este complexto todos os dias na TV desde o Benfica, às novelas e a toda a treta cultural que fingem produzir.

          Complexo que as novas gerações, felizmente, vão perdendo – mas não a um ritmo satisfatório. Eu não o tenho e sei que a solução é que esses países se libertem das grilhetas da sua religião cancerígena e desertificante e que promovam o crescimento cívico desses países (através de instituições laicas). É aqui que a Europa pode ajudar, não a dissolver-se por causa da sua própria bonomia.

        2. Não, o problema não tem de ser da Europa; esta não tem a obrigação de acolher todos os que nela entram ilegalmente, sejam imigrantes ou refugiados. Em especial muçulmanos criminosos que atiram ao mar cristãos, matando-os.

    1. Só se for um libelo acusatório contra o Islamismo Radical.
      Só se for um libelo acusatório contra o Anti-Colonialismo Ocidental.
      Só se for um libelo acusatório contra a Esquerda e toda a sua narrativa.

      Quem se lança ao mar em barcos em risco de afundar é uma pessoa, consciente. É sua a responsabilidade.

  2. Foi preciso o Papa ficar aborrecido com isto…
    A Europa da ganância não está formatada para a solidariedade a uma escala destas, mas há males que vêm para bem, por isso vamos lá ver no que isto dá.

  3. Caríssima Helena:
    Infelizmente não há medidas a tomar.
    Apenas se pode remediar alguns danos, poucos, tal a imensidão a tragédia.
    Mas podia ter-se pensado nas tragédias futuras quando se invadiu o Iraque, depois se fomentou a revolta na Síria, mais tarde se derrubou o Kadhafi.
    Nem sempre se mudam regimes ditatoriais e corruptos pela força para os substituir por outros melhores: por vezes são piores.
    Especialmente se tal significa a desestruturação completa de países de uma vasta zona já de si instável.

    1. Fantástico como não tem coragem de falar no falhanço do Nacional Socialismo Árabe.
      Não tem nada que ver com intervenções Iraque, a Síria(praticamente inexistente) ou a Líbia, todos estes países estavam a cair de podre. E outros seguem-se.

  4. O seu grito neste post é necessário. Mas eu não acredito, tendo em conta as políticas seguidas por esta Europa e pelo mundo, que os náufragos e os sítios de onde vêm tenham assim tanta importância. Por agora.

      1. Você continua a gritar fora de horas. Ou regula o temporizador ou perderá sempre a oportunidade de gritar em tempo próprio.
        O post de Helena é um grito para salvar os próximos e não para ressuscitar esses náufragos.

  5. “Urge que a Europa…”

    Mas esta tragédia não é mundial?

    ” urge que as américas…

    Urge que a Africa….

    E o mais urgente é todas (todas) as nações contribuírem com homens armados para acabar de vez com esta “maldita guerra”.

  6. “Tomar medidas” é colonizar a Líbia. Introduzir, ordem, civilização, lei. As coisas básicas.

    Tem estômago para isso? bem me parecia. Ninguém tem até quando precisar de ter. Mas aí já será tarde de mais.

  7. Politicamente incorrecto: a desgraça dos africanos subsaarianos que não têm vida nem futuro nas terras que os viram nascer e que estão a morrer afogados aos milhares todos os dias com a Europa à vista, começou antes deles nascerem, no final dos anos 50 e principios dos anos 60 do século passado, quando por razões ideológicas os países colonizadores abandonaram centenas de milhões de pessoas nas mãos de ditadores sanguinários e ladrões que se foram sucedendo no poder nos vários países, quase sempre através de golpes de estado ou guerras civis brutais que custaram muitos milhares de vitimas.
    Nenhum país da África dita negra está melhor hoje do que estava quando era uma colónia. Estão todos muito piores, incluíndo as ex colónias portuguesas.
    De acordo com algumas estatisticas vivem hoje em África 400-500 milhões de pessoas de raça negra, que estão a ser chacinados em nome da religião, ou condenados a viver sem os requesitos mínimos de uma vida decente: sem cuidados de saude, sem educação, sem água potável, sem energia, sem saneamento básico, sem casas decentes, sem estradas , sem esperança, sem nada, a não ser morrerem afogados à vista da terra prometida que não lhes pode dar o que eles querem e precisam.
    Muitos dos profetas da descolonização em nome da “libertação” dos povos africanos, já morreram. Podem assistir à obra que deixaram a partir do Inferno onde vão passar o resto da Eternidade!

  8. São refugiados? Todos? É melhor rever “esse” estatuto de refugiado que peo que vejo deve estar esquecido.

    Siga-se o exemplo Australiano.

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