E tudo o vento levou…(17)


fiodeprumo,

 

Gabriel Byrne nunca foi novo. Nunca foi alinhado. Mas é inesquecível…

8 comentários em “E tudo o vento levou…(17)”

  1. De repente não me lembro do nome… nunca tive cabeça para os fixar, que chatice. Mas é como muitos homens menos bonitos (no conceito oficial de beleza!) que nos prendem sem remédio: são apelativos, secretos e… de sorriso difícil. Sólidos, sei lá… 🙂 É como dizes, Helena, inesquecíveis 🙂

    1. Gabriel Byrne, o nosso homem, ainda hoje me faz ir ao cinema só por ele…
      Há uns meses, passou pelas tantas da madrugada, uma série curiosíssima – não lembro o nome – em que ele fazia de psiquiatra. Mas recordo que enquanto ela decorreu. eu adormecia só pelas três da matina para não a perder, nem a ele, que está na melhor fase da sua vida, a idade madura!

    1. Se um anjo destes me tem aparecido teria pecado muito mais do que pequei. E pecar, num caso destes, só pode ser vocação… Eu que o diga!

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