“É tão giro ter um mini!”


João Sousa,

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Fez hoje 60 anos que o Mini foi apresentado oficialmente ao público.

(E nem sequer uma notazinha de rodapé nos jornais?)

14 comentários em ““É tão giro ter um mini!””

      1. Eu comprei o meu Mini, o meu primeiro carro em Outubro/1971, e gostei muito de o guiar mas vendi-o em 1981 pois era difícil acomodar a família e mais as bagagens para férias num carro tão pequeno se bem que com o espaço tão bem aproveitado. O motor também ficara um bocado barulhento.

      2. 🙂 Espero que não seja então o seu Mini a ter uma vida de reformado. Eu vejo-os tão raramente na estrada que imagino-os fechados nas garagens, passando os dias a ver programas da Cristina Ferreira e do Fernando Mendes e a só saírem nos sábados com sol para irem ao bingo…

    1. Estatisticamente, e considerando que eles começaram a ser vendidos há sessenta anos, até podemos especular que muitos dos que o compraram no início estão já para lá da reforma. Mas o Mini continuou a ser fabricado até ao ano 2000: tenho a certeza de que muitos dos que os compraram nessa altura ainda estão para se reformar.

      1. Comprar um mini no ano 2000 foi mais por paixão. Durante muito tempo o mini foi um carro extraordinário mas lembro-me dos concorrentes posteriores, que o Fiat 127 tinha melhor performance, que o Renault 5 era mais cómodo e espaçoso e que o Peugeot 205 além de maior performance, comodidade e espaço era mais bonito.

  1. Não é assunto futeboleiro, nem consta que haja Minis na colecção do Ronaldo (cá está, não é assunto de futebol).

    Costa

    1. Teria piada chamar “Maxi” ao carro em vez de Mini. É que houve, de facto, um Austin Maxi, lançado em 1969 e igualmente desenhado por Alec Issigonis (acho que foi, até, o último carro que desenhou antes de se retirar). E com a particularidade de ter sido lançado no Porto. Mas não é carro que tenha deixado muitas saudades…

      Eu tenho algum respeito pelo novo Mini. Eu sei, porque eu próprio me entrego a esse exercício, que é fácil fazer piadas com um carro chamado “Mini” que é apenas um palmo mais curto do que o Golf. Mas também me parece verdade que nos tempos modernos, com a necessidade de cumprir critérios de segurança, teria sido complicado criar um carro de quatro lugares muito menor do que a primeira geração do Mini actual. [Já me parece, sim, esticar a corda chamar “Mini” a um carro com os quase quatro metros da geração actual]. O Mini clássico tinha três metros e cinco centímetros. Três metros! O Smart actual tem menos trinta centímetros e pesa mais 300 quilos – e só transporta duas pessoas! É fácil perder a noção do quão pequeno o Mini clássico é.

  2. Caríssimo João,

    sou frequentador assíduo deste blogue e de repente… voilá!
    Pronto já percebi tudo…
    Temos ambos bom gosto (tenho um tio que tem um carro destes dos anos 70).
    Parece que está bem estimado não obstante já lhe terem mudado a cor…
    Forte abraço.

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