Eu comprei o meu Mini, o meu primeiro carro em Outubro/1971, e gostei muito de o guiar mas vendi-o em 1981 pois era difícil acomodar a família e mais as bagagens para férias num carro tão pequeno se bem que com o espaço tão bem aproveitado. O motor também ficara um bocado barulhento.
🙂 Espero que não seja então o seu Mini a ter uma vida de reformado. Eu vejo-os tão raramente na estrada que imagino-os fechados nas garagens, passando os dias a ver programas da Cristina Ferreira e do Fernando Mendes e a só saírem nos sábados com sol para irem ao bingo…
Estatisticamente, e considerando que eles começaram a ser vendidos há sessenta anos, até podemos especular que muitos dos que o compraram no início estão já para lá da reforma. Mas o Mini continuou a ser fabricado até ao ano 2000: tenho a certeza de que muitos dos que os compraram nessa altura ainda estão para se reformar.
Comprar um mini no ano 2000 foi mais por paixão. Durante muito tempo o mini foi um carro extraordinário mas lembro-me dos concorrentes posteriores, que o Fiat 127 tinha melhor performance, que o Renault 5 era mais cómodo e espaçoso e que o Peugeot 205 além de maior performance, comodidade e espaço era mais bonito.
Teria piada chamar “Maxi” ao carro em vez de Mini. É que houve, de facto, um Austin Maxi, lançado em 1969 e igualmente desenhado por Alec Issigonis (acho que foi, até, o último carro que desenhou antes de se retirar). E com a particularidade de ter sido lançado no Porto. Mas não é carro que tenha deixado muitas saudades…
Eu tenho algum respeito pelo novo Mini. Eu sei, porque eu próprio me entrego a esse exercício, que é fácil fazer piadas com um carro chamado “Mini” que é apenas um palmo mais curto do que o Golf. Mas também me parece verdade que nos tempos modernos, com a necessidade de cumprir critérios de segurança, teria sido complicado criar um carro de quatro lugares muito menor do que a primeira geração do Mini actual. [Já me parece, sim, esticar a corda chamar “Mini” a um carro com os quase quatro metros da geração actual]. O Mini clássico tinha três metros e cinco centímetros. Três metros! O Smart actual tem menos trinta centímetros e pesa mais 300 quilos – e só transporta duas pessoas! É fácil perder a noção do quão pequeno o Mini clássico é.
sou frequentador assíduo deste blogue e de repente… voilá! Pronto já percebi tudo… Temos ambos bom gosto (tenho um tio que tem um carro destes dos anos 70). Parece que está bem estimado não obstante já lhe terem mudado a cor… Forte abraço.
A maioria de quem teve um mini já deve estar reformado…
Eu tenho um mini de 1971 e estou ainda longe de estar reformado 🙂
Eu comprei o meu Mini, o meu primeiro carro em Outubro/1971, e gostei muito de o guiar mas vendi-o em 1981 pois era difícil acomodar a família e mais as bagagens para férias num carro tão pequeno se bem que com o espaço tão bem aproveitado. O motor também ficara um bocado barulhento.
🙂 Espero que não seja então o seu Mini a ter uma vida de reformado. Eu vejo-os tão raramente na estrada que imagino-os fechados nas garagens, passando os dias a ver programas da Cristina Ferreira e do Fernando Mendes e a só saírem nos sábados com sol para irem ao bingo…
Estatisticamente, e considerando que eles começaram a ser vendidos há sessenta anos, até podemos especular que muitos dos que o compraram no início estão já para lá da reforma. Mas o Mini continuou a ser fabricado até ao ano 2000: tenho a certeza de que muitos dos que os compraram nessa altura ainda estão para se reformar.
Comprar um mini no ano 2000 foi mais por paixão. Durante muito tempo o mini foi um carro extraordinário mas lembro-me dos concorrentes posteriores, que o Fiat 127 tinha melhor performance, que o Renault 5 era mais cómodo e espaçoso e que o Peugeot 205 além de maior performance, comodidade e espaço era mais bonito.
Não é assunto futeboleiro, nem consta que haja Minis na colecção do Ronaldo (cá está, não é assunto de futebol).
Costa
Nem é assunto de “socialite”.
Os Mini actuais deviam chamar-se Maxi…
Teria piada chamar “Maxi” ao carro em vez de Mini. É que houve, de facto, um Austin Maxi, lançado em 1969 e igualmente desenhado por Alec Issigonis (acho que foi, até, o último carro que desenhou antes de se retirar). E com a particularidade de ter sido lançado no Porto. Mas não é carro que tenha deixado muitas saudades…
Eu tenho algum respeito pelo novo Mini. Eu sei, porque eu próprio me entrego a esse exercício, que é fácil fazer piadas com um carro chamado “Mini” que é apenas um palmo mais curto do que o Golf. Mas também me parece verdade que nos tempos modernos, com a necessidade de cumprir critérios de segurança, teria sido complicado criar um carro de quatro lugares muito menor do que a primeira geração do Mini actual. [Já me parece, sim, esticar a corda chamar “Mini” a um carro com os quase quatro metros da geração actual]. O Mini clássico tinha três metros e cinco centímetros. Três metros! O Smart actual tem menos trinta centímetros e pesa mais 300 quilos – e só transporta duas pessoas! É fácil perder a noção do quão pequeno o Mini clássico é.
Fui muito feliz ao volante de um mini
Acredito. Sempre que vejo um Mini à solta, não consigo impedir um sorriso. É pena encontrá-los tão raramente.
Caríssimo João,
sou frequentador assíduo deste blogue e de repente… voilá!

Pronto já percebi tudo…
Temos ambos bom gosto (tenho um tio que tem um carro destes dos anos 70).
Parece que está bem estimado não obstante já lhe terem mudado a cor…
Forte abraço.
🙂 Les grands esprits se rencontrent.