É só amanhã, Zézito


cronicasnofeminino,

Alguém que diga a José Sócrates que a hora só muda amanhã. Chegar atrasado e alegar que a culpa é de outrem não é bonito e não lhe fica nada bem. Outra questão permanece porém: quem eram afinal os infiltrados que em pleno CCB vaiaram o Primeiro-ministro? Os comunistas, os sindicalistas ou os laboriosos da cabala que, ai dele, perseguem José Sócrates ardilosamente?

18 comentários em “É só amanhã, Zézito”

    1. Só considerarei ‘campanha negra’ quando ficar provado que nenhuma das acusações de que tem sido alvo é verdadeira. Mas concordo que a forma como tem governado e o descontentamento leva a estas atitudes por parte dos eleitores.
      Cumprimentos também

      1. Caríssima Leonor Barros,

        O chamar campanha negra ou mais suavemente cinzenta-escura tem a ver com o que o nosso primeiro lhe chama, e no meu pequeno texto, é, evidentemente, um sarcasmo da minha parte.

        bom resto de fim de semana

        JM

  1. Pelos finórios tiveram que aguardar
    para dar início à representação,
    mais um caso para bradar
    esta falta de educação!

    O mexilhão espectador
    de espectáculos culturais,
    este caso é revelador
    de princípios amorais!

  2. Um desplante inqualificável, Leonor. Até nestas coisas!
    O problema é que ainda há gente veneranda e obrigada, que julga ser uma evidência que a hora certa não é a dos relógios, mas a que Sexa determina…

  3. E assim se estraga uma elegância protocolar (esperar pelo convidado para entrar) com uma deselegância imperdoável (atirar as culpas públicas para cima desse convidado). Mas a culpa também foi de quem decide a hora de início do espectáculo, com ou sem espectadores especiais. E se ele não tivesse comparecido, pura e simplesmente, como acontece tantas vezes nestes casos, mesmo depois de confirmarem a presença? Não havia espectáculo???

  4. Parece o puto queixinhas da escola primária a apontar o dedo e a dizer «não fui eu, foi o outro menino»!!

  5. Se aquilo fizesse parte de um qualquer acto oficial, entenderia sem problemas o atraso – por muito deselegante que um atraso sempre seja. Não o sendo, não há justificação, quer o incidente tenha sido causado por uma imposição da “família real” (que denota um excesso de auto-opinião), quer tenha sido por iniciativa da organização (que denota um excesso de sabujice).

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