Alguém que diga a José Sócrates que a hora só muda amanhã. Chegar atrasado e alegar que a culpa é de outrem não é bonito e não lhe fica nada bem. Outra questão permanece porém: quem eram afinal os infiltrados que em pleno CCB vaiaram o Primeiro-ministro? Os comunistas, os sindicalistas ou os laboriosos da cabala que, ai dele, perseguem José Sócrates ardilosamente?
É só amanhã, Zézito
cronicasnofeminino,

Não eram apoiantes de Manuel Alegre?
Esqueci-me desses 😉
Minha Cara,
Sobre isto, entendi comentar assim,
http://atributos-1.blogspot.com/2009/03/q uem-semeia-ventos.html
Melhores cumprimentos
JM
Só considerarei ‘campanha negra’ quando ficar provado que nenhuma das acusações de que tem sido alvo é verdadeira. Mas concordo que a forma como tem governado e o descontentamento leva a estas atitudes por parte dos eleitores.
Cumprimentos também
Caríssima Leonor Barros,
O chamar campanha negra ou mais suavemente cinzenta-escura tem a ver com o que o nosso primeiro lhe chama, e no meu pequeno texto, é, evidentemente, um sarcasmo da minha parte.
bom resto de fim de semana
JM
Pelos finórios tiveram que aguardar
para dar início à representação,
mais um caso para bradar
esta falta de educação!
O mexilhão espectador
de espectáculos culturais,
este caso é revelador
de princípios amorais!
Educação não lhes assistiu, é verdade
Um desplante inqualificável, Leonor. Até nestas coisas!
O problema é que ainda há gente veneranda e obrigada, que julga ser uma evidência que a hora certa não é a dos relógios, mas a que Sexa determina…
E é mesmo, João. Ainda mais ridículo argumentar que foi por causa do PM caboverdiano
Fosse pelo que fosse, não é?
Não suporto gente que não assume as faltas e imputa sempre aos outros os erros que comete
Se calhar, as vaias eram dirigidas à D. Fernanda Câncio.
E assim se estraga uma elegância protocolar (esperar pelo convidado para entrar) com uma deselegância imperdoável (atirar as culpas públicas para cima desse convidado). Mas a culpa também foi de quem decide a hora de início do espectáculo, com ou sem espectadores especiais. E se ele não tivesse comparecido, pura e simplesmente, como acontece tantas vezes nestes casos, mesmo depois de confirmarem a presença? Não havia espectáculo???
Achei mesmo muito deselegante, Ana.
Parece o puto queixinhas da escola primária a apontar o dedo e a dizer «não fui eu, foi o outro menino»!!
Se aquilo fizesse parte de um qualquer acto oficial, entenderia sem problemas o atraso – por muito deselegante que um atraso sempre seja. Não o sendo, não há justificação, quer o incidente tenha sido causado por uma imposição da “família real” (que denota um excesso de auto-opinião), quer tenha sido por iniciativa da organização (que denota um excesso de sabujice).
Olá João Sousa! Bons olhos o vejam por aqui :))
Eu achei bem. Je trouvé bien, quero eu dizer. Veux je dire, I mean. Porra já não digo coisa com coisa.