Estou a pensar promover uma angariação de fundos para ver se os Azeitonas levam a tal fulana à América e se calam um bocadinho. Alguém alinha?
E se fossem ver os aviões para o Ohio?
Rui Rocha,
Estou a pensar promover uma angariação de fundos para ver se os Azeitonas levam a tal fulana à América e se calam um bocadinho. Alguém alinha?
Rui Rocha, eu alinho!!!!
Neste momento somos 4, Paula. Amanhã seremos 12 ou 13 o que, se não me engano, dá um crescimento para aí de 200%.
Presente.
Obrigado, José.
Junto-me a essa causa.
Muito bem, ABMG. O exercício da cidadania exige muitos sacrifícios. Mas há momentos em que pura e simplesmente não podemos ficar indiferentes.
Rui, qué qué isso de Azeitonas?
Acredite: se não sabe, mantenha-se assim. Tenho a certeza de que não vai querer saber.
Prontus, num vou dizer mais nada.
Ofereço-me para os levar ao colo para o avião, lá no aeroporto…( eu ando a vê-los há quase 33 anos…)
A meus braços!
Pretas, verdes, com ou sem caroço, depois também as temos com pimenta no lugar do caroço, com ervas aromáticas, etc. Há tanta variedade de azeitonas e claro de azeiteiros, todos mostram muita presunção e orgulho nas suas criações azeitadas. Somos um dos maiores produtores do fruto.
E ainda há quem perca tempo com o pastel de belém…
São actos isolados, é natural que não se queira misturar azeitonas com pasteis de nata, não tem nada haver, um é fruto natural outro é guloseima 🙂
Para resolver estas coisas nada melhor que azeitonas aos azeiteiros e pasteis aos pasteleiros, nada de misturas.
Curioso- é que até à pouco tempo estes actos, ou eram raros ou passavam despercebidos, mas parece-me que ultimamente o seu numero aumenta, a ponto que já podemos admitir que vivemos efectivamente num autentico fenómeno. Será isto o principio de uma revolução? Ou é só mesmo trapalhada?
Só está faltando mesmo os mortos saírem da cova. Até os moribundos que já há muito os julgava mortos, voltaram à luz do dia.
hehehehe, eu casa que não há pão todos ralham e ninguém tem razão.
Tendo em conta o histórico, inclino-me para o cenário da trapalhada.
Xiça, até à pouco tempo dizia-se que isto era a República dos Bananas, com essa, proponho a alteração para: República dos Trapalhões.
Metendo a austeridade ao barulho, é da maneira que se acabam com dois males gastando só um bilhete. Ficamos sem o chato dos aviões e sem o chato do marido das outras…
Perfeito. Bilhete só de ida. Para poupar.