Acredito, sem ironias, que Catarina Martins tenha mesmo sido apanhada por acaso no programa “E se fosse consigo?”. Por que havemos de pensar sempre o pior das pessoas em todas as situações?
Mas, já que as figuras públicas entraram na dança, tenho uma sugestão para a Conceição Lino: inverter os papéis. Num próximo programa, pôr como actores um político e um jornalista conhecidos à chapada num jardim público (assim de repente, lembrei-me de João Soares e Augusto Seabra, ou Sócrates e um jornalista do Correio da Manhã) e ver as reacções dos transeuntes. Tenho genuína curiosidade de saber se alguém iria separá-los, dar-lhes lições de civismo ou… ajudar à festa.

Apoio essa versão que sugere.