Imagine a confusão que seria cá no burgo. Instalar-se-ia um clima persecutório nada saudável, tenho a certeza. Porque os visados, obviamente, tratariam de se defender atacando e como não há inocentes em qualquer dos partidos de poder…
Teresa, não é necessario invocar negligencia, que como sabemos, pode dar pano para mangas. É julgá-los por factos concretos de más politicas que comprovadamente provocam grandes prejuizos ao erário publico, e portanto aos cidadãos/contribuintes. Portugal pode até conseguir controlar o defice, a divida publica, e o desemprego. Mas se não for capaz de levar à Justiça quem deliberadamente, e em muitos casos em proveito proprio ou de amigos e aliados, lhe causa prejuizos irrecuperaveis, mesmo ao abrigo de leis feitas à medida, nunca há-de ser um país desenvolvido e prospero.
Por princípio as más políticas devem ser julgadas em eleições, Alexandre. Mas quando as consequências são demasiado gravosas para os cidadãos e para o país, de facto faz sentido reflectir sobre quais devem ser os limites de tolerância para a incompetência e irresponsabilidade de quem governa.
Cara Teresa Ribeiro Levar politicos a julgamento, por si só, já é uma coisa extraordinária… a sério … eu já nem importava se na base dos crimes estava uma actuação dolosa ou meramente negligente. Se todos fossem responsabilizados por aquilo que fazem (politicos ou não) nao chegariamos ao ponto a que chegamos… Temo que o seu desejo seja, por ora, um sonho de uma noite de verão!!
Em parte concordo consigo infelizmente somos pouco exigentes no nosso dever e poder de cidadania, pois caso contrário esta trupe socrática que esteve no poder entre 2005-2011 já teria sido responsabilizada criminalmente pelo estado em que deixou Portugal. Até quando nós Portugueses deixamos impunemente que certas figuras nos “gozem” e se “governem” com a nossa complacência, será fado ou destino?
Se, por menores razões, isso foi possível na Islândia, por que não o há-de ser aqui, neste pobre país falido, que o inefável e falso engenheiro Sócrates deixou, por pura incompetência, irresponsabilidade e teimosia, sem cheta para mandar cantar um cego?. É preciso que se faça sentar no banco dos réus toda essa gente que, dolosamente, levou o país a esta nefanda ruína.
Aqui no nosso cantinho acho impossível levar a justiça os responsáveis pelo estado em que estamos. Aqui essas pessoas vão ocupar grandes tachos em Bruxelas, em empresas privadas que favoreceram em quanto politicos, ocupar o Palácio de Belém etc. Outras ainda não contentes vão dar entrevistas a televisão, que os ouve como “experts” mesmo que já tenham passado os 80 anos.
E no final de todo vão alterando os tachos de 8 em 8 anos, com os votos de +-60% dos português que ainda votam.
No nosso pais temos uma classe de políticos profissionais que nunca deram provas de excelência em lado nenhum, licenciados por fax, licenciaturas por encomendo depois dos 30 anos e sei lá mais o que.
Vivemos numa Oligarquia que pelo que se tem ando a ver está a mudar para uma tirania camuflada de Democracia.
Já os Atenienses antigos faziam isso, sem que daí viesse mal ao mundo. E se os Atenienses modernos se lembrassem de fazer o mesmo?
Imagine a confusão que seria cá no burgo. Instalar-se-ia um clima persecutório nada saudável, tenho a certeza. Porque os visados, obviamente, tratariam de se defender atacando e como não há inocentes em qualquer dos partidos de poder…
Teresa, não é necessario invocar negligencia, que como sabemos, pode dar pano para mangas. É julgá-los por factos concretos de más politicas que comprovadamente provocam grandes prejuizos ao erário publico, e portanto aos cidadãos/contribuintes.
Portugal pode até conseguir controlar o defice, a divida publica, e o desemprego. Mas se não for capaz de levar à Justiça quem deliberadamente, e em muitos casos em proveito proprio ou de amigos e aliados, lhe causa prejuizos irrecuperaveis, mesmo ao abrigo de leis feitas à medida, nunca há-de ser um país desenvolvido e prospero.
Por princípio as más políticas devem ser julgadas em eleições, Alexandre. Mas quando as consequências são demasiado gravosas para os cidadãos e para o país, de facto faz sentido reflectir sobre quais devem ser os limites de tolerância para a incompetência e irresponsabilidade de quem governa.
Cara Teresa Ribeiro
Levar politicos a julgamento, por si só, já é uma coisa extraordinária… a sério … eu já nem importava se na base dos crimes estava uma actuação dolosa ou meramente negligente.
Se todos fossem responsabilizados por aquilo que fazem (politicos ou não) nao chegariamos ao ponto a que chegamos…
Temo que o seu desejo seja, por ora, um sonho de uma noite de verão!!
Cara Teresa:
Em parte concordo consigo infelizmente somos pouco exigentes no nosso dever e poder de cidadania, pois caso contrário esta trupe socrática que esteve no poder entre 2005-2011 já teria sido responsabilizada criminalmente pelo estado em que deixou Portugal. Até quando nós Portugueses deixamos impunemente que certas figuras nos “gozem” e se “governem” com a nossa complacência, será fado ou destino?
Se, por menores razões, isso foi possível na Islândia, por que não o há-de ser aqui, neste pobre país falido, que o inefável e falso engenheiro Sócrates deixou, por pura incompetência, irresponsabilidade e teimosia,
sem cheta para mandar cantar um cego?.
É preciso que se faça sentar no banco dos réus toda essa gente que, dolosamente, levou o país a esta nefanda ruína.
Aqui no nosso cantinho acho impossível levar a justiça os responsáveis pelo estado em que estamos.
Aqui essas pessoas vão ocupar grandes tachos em Bruxelas, em empresas privadas que favoreceram em quanto politicos, ocupar o Palácio de Belém etc.
Outras ainda não contentes vão dar entrevistas a televisão, que os ouve como “experts” mesmo que já tenham passado os 80 anos.
E no final de todo vão alterando os tachos de 8 em 8 anos, com os votos de +-60% dos português que ainda votam.
No nosso pais temos uma classe de políticos profissionais que nunca deram provas de excelência em lado nenhum, licenciados por fax, licenciaturas por encomendo depois dos 30 anos e sei lá mais o que.
Vivemos numa Oligarquia que pelo que se tem ando a ver está a mudar para uma tirania camuflada de Democracia.